60 horas de Andebol de Praia em Espinho

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Foi há 20 anos atrás que se realizou a primeira edição do torneio de andebol de praia. O que começou com um torneio de 24 horas seguidas, rapidamente evoluiu para um evento de 48 horas e hoje, são 60 horas dedicadas à prática desta modalidade. O principal organizador do evento, Luís Canelas, explica que o crescimento deste torneio ao longo dos anos, deve-se principalmente pelo ambiente, já que “normalmente,os atletas que participam neste torneio, marcam a sua presença nos campeonatos nacionais, regionais, e até internacionais. Assim, pretendemos criar um evento em que o mais importante não a seja parte desportiva, mas sim a parte lúdica, da diversão e do fair play”. Luís Canelas acrescenta ainda que “O andebol de praia foi criado precisamente para ser esse escape para lá da época competitiva. E este torneio encarna esse espírito e é por isso que continuamos a ter a adesão que temos e que com o passar dos anos temos crescido”, concluiu.
E é um facto. A adesão tem vindo a crescer ao longo dos anos, e hoje o torneio conta com a participação de mais de 700 atletas e de 70 equipas, não só de Portugal, mas também de Espanha.
E o balanço é “como tem sido habitual: um sucesso”, tal como afirmou Luís Canelas. Acrescenta ainda que “Não houve incidentes, houve muito jogo e diversão”. O organizador termina com a promessa de que para o ano o evento irá voltar a ser realizado e que “a sua continuidade está mais que assegurada”. Acrescenta ainda “Temos que ver em que moldes, mas no que está bom,não se pode mexer muito”, disse Luís Canelas.

A opinião de quem joga
São os atletas que vivem este torneio. Deste modo, o atleta de andebol de Leiria, António Cabaça, afirma que “Como atleta, acho que esta é uma boa iniciativa porque a malta diverte-se, ao mesmo tempo que treina. Principalmen te para os mais novos, isto é um bom treino, até para começarem a ter uma melhor adaptação ao andebol de praia”.
Também sobre a carga horária das 60 horas de treino, António Cabaça afirma que “É preciso é saber gerir o tempo, porque as 60 horas são suficientes para descansar, para sair à noite, para jogar e treinar, para dormir e para estar no convívio. Dá para tudo, é preciso é ter cabeça”, terminou o atleta de Leiria.

Por: Carolina Moreira/MV

Fotos: DR

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