Agenda de Eventos
Jun
13
Qua
Exposição Nós, os de Orpheu
Jun 13 – Jun 27 todo o dia
Exposição Nós, os de Orpheu

Inauguração da Exposição Nós, os de Orpheu
Participação do projecto “Brumas”
Com Fernando Pessoa (Carlos Revez)
Com Sá-Carneiro (José Sá)

No âmbito das comemorações do 130.º aniversário de nascimento de Fernando Pessoa, a 13 de junho, estará patente desde esse dia até 30 de junho, no jardim interior da Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva, a exposição «Nós, os de Orpheu», resultante de uma parceria com a Casa Fernando Pessoa e o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua.
A exposição Nós, os de Orpheu – título parafraseado do texto de Fernando Pessoa na revista Sudoeste 3, em 1935 –, traça o percurso da revista e dos seus protagonistas, recorrendo, muitas vezes, às próprias palavras dos “órficos”.
Através da reprodução de obras e documentos (fotografias, recortes de imprensa, correspondência, manuscritos, etc.), apresenta-se o “Nós” que formou Orpheu e alargam-se perspetivas de leitura a todos “Nós” que, um século depois, o continuamos a descobrir. Porque, como Pessoa concluiu: “Orpheu acabou. Orpheu continua.”
A exposição Nós, os de Orpheu foi desenvolvida em 2015 pela Casa Fernando Pessoa em parceria com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, no enquadramento das celebrações dos 100 anos da revista “extinta e inextinguível” Orpheu.
Desenhada de raiz para circular em vários contextos, escolas, bibliotecas, centros de língua, esta exposição procurou um ângulo que permitisse apresentar a revista Orpheu e o grupo que a criou a partir de dentro, quer isto dizer: a partir dos contributos dos seus protagonistas, tanto no tempo histórico da revista, como posteriormente e a partir das memórias que estes autores e artistas nos legaram.
Nós, os de Orpheu compreende um conjunto de 25 cartazes.

Jun
18
Seg
FEST – New Directors | New Films Festival 2018
Jun 18 todo o dia
FEST - New Directors | New Films Festival 2018

FEST – New Directors | New Films Festival 2018

18 a 25 Junho

O “Festival Novos Realizadores, Novo Cinema” (FEST) arranca em Espinho, a 18 de junho, e terá mais de 190 filmes em competição, além de uma secção paralela com filmografia da Coreia do Norte, Japão, Áustria e Suécia.

Até 25 de junho, a 14.ª edição do evento também abrange um fórum de ‘pitching’ por onde passarão mais de 20 projetos nacionais à procura de apoios por produtoras europeias como a Goldcrest ou a Envy, e incluirá igualmente o programa de formação “Training Ground”, para o qual já foram anunciados ‘workshops’, ‘masterclasses’, palestras e debates por profissionais de renome internacional, como o cineasta Asghar Farhad, o realizador e produtor Roman Coppola e a editora e produtora Gabriella Cristiani.

“Cruzando os universos do documentário, da ficção e do cinema experimental, o FEST integrará ainda uma secção infantojuvenil dedicada às famílias (o FESTinha), uma competição nacional de curtas-metragens (o Grande Prémio Nacional) e um prémio para obras de realizadores a saírem das faculdades (NEXXT)”, revela hoje fonte da organização.

Decorrendo em quatro espaços distintos da cidade de Espinho, a edição de 2018 visa assim exibir e premiar “alguns dos mais inovadores e essenciais trabalhos lançados nos últimos 12 meses” em cerca de 40 países – no que se incluem filmes de “mais de 50 escolas de cinema”, de diferentes nacionalidades.

Cada categoria competitiva estará focada num determinado estilo ou formato, mas o elemento comum aos 190 filmes em concurso será sempre “a procura de novos discursos cinematográficos e novas interpretações da Sétima Arte”.

Somando à competição as sessões de visionamento, pelo FEST passarão assim cerca de 235 filmes, entre os quais a organização começa por destacar “Winter Brothers” (foto), que é a primeira longa-metragem do islandês Hlynur Palmason e que, acompanhando a vida diária de dois irmãos num inverno rigoroso, foi uma das obras “mais badaladas da última edição do Festival de Locarno” e arrecadou aí mais de 20 prémios.

“Blue My Mind”, por sua vez, assinala a estreia de Lisa Brühlmann nas longas de ficção, com “uma visão surreal sobre as mudanças na adolescência e um impressionante grupo de jovens atores”, enquanto “Mobile Homes”, com que Vladimir Fontenay abriu a Quinzena dos Realizadores em Cannes, contará a história de uma família à procura de uma nova vida.

Em “Photon”, Normal Leto propõe um cruzamento entre ciência, ficção-científica e documentário; em “I’m not a witch”, Rungano Nyoni estreia-se nas longa-metragens com um retrato impressionista sobre a superstição numa pequena aldeia da Zâmbia; em “Killing Jesus”, Laura Morna aborda a vingança pessoal de uma família a braços com a violência da cidade de Medellín; em “Blockade”, Mohsen Gharaei expõe a corrupção e hipocrisia do moderno Teerão pelo olhar de Mohsen Gharaei; e, em “Lemonade”, Iona Uricaru estreia-se com a denúncia da hostilidade do sistema de imigração norte-americano.

Ainda segundo fonte do FEST, na categoria de documentário irão sobressair depois três outros filmes: o testemunho de exilados árabes sobre as guerras do Iraque e da Síria, em “Sand and Blood”, de Matthias Krepp e Angelika Spangel; a polarização político-social da Polónia e a sua viragem à Direita, em “The Celebration – Das Impreza”, de Alexandra Wesolowski; e o retrato documental de um pioneiro do cinema europeu, em (Rino) “Lupo”, de Pedro Lino.

Jun
19
Ter
FEST – New Directors | New Films Festival 2018
Jun 19 todo o dia
FEST - New Directors | New Films Festival 2018

FEST – New Directors | New Films Festival 2018

18 a 25 Junho

O “Festival Novos Realizadores, Novo Cinema” (FEST) arranca em Espinho, a 18 de junho, e terá mais de 190 filmes em competição, além de uma secção paralela com filmografia da Coreia do Norte, Japão, Áustria e Suécia.

Até 25 de junho, a 14.ª edição do evento também abrange um fórum de ‘pitching’ por onde passarão mais de 20 projetos nacionais à procura de apoios por produtoras europeias como a Goldcrest ou a Envy, e incluirá igualmente o programa de formação “Training Ground”, para o qual já foram anunciados ‘workshops’, ‘masterclasses’, palestras e debates por profissionais de renome internacional, como o cineasta Asghar Farhad, o realizador e produtor Roman Coppola e a editora e produtora Gabriella Cristiani.

“Cruzando os universos do documentário, da ficção e do cinema experimental, o FEST integrará ainda uma secção infantojuvenil dedicada às famílias (o FESTinha), uma competição nacional de curtas-metragens (o Grande Prémio Nacional) e um prémio para obras de realizadores a saírem das faculdades (NEXXT)”, revela hoje fonte da organização.

Decorrendo em quatro espaços distintos da cidade de Espinho, a edição de 2018 visa assim exibir e premiar “alguns dos mais inovadores e essenciais trabalhos lançados nos últimos 12 meses” em cerca de 40 países – no que se incluem filmes de “mais de 50 escolas de cinema”, de diferentes nacionalidades.

Cada categoria competitiva estará focada num determinado estilo ou formato, mas o elemento comum aos 190 filmes em concurso será sempre “a procura de novos discursos cinematográficos e novas interpretações da Sétima Arte”.

Somando à competição as sessões de visionamento, pelo FEST passarão assim cerca de 235 filmes, entre os quais a organização começa por destacar “Winter Brothers” (foto), que é a primeira longa-metragem do islandês Hlynur Palmason e que, acompanhando a vida diária de dois irmãos num inverno rigoroso, foi uma das obras “mais badaladas da última edição do Festival de Locarno” e arrecadou aí mais de 20 prémios.

“Blue My Mind”, por sua vez, assinala a estreia de Lisa Brühlmann nas longas de ficção, com “uma visão surreal sobre as mudanças na adolescência e um impressionante grupo de jovens atores”, enquanto “Mobile Homes”, com que Vladimir Fontenay abriu a Quinzena dos Realizadores em Cannes, contará a história de uma família à procura de uma nova vida.

Em “Photon”, Normal Leto propõe um cruzamento entre ciência, ficção-científica e documentário; em “I’m not a witch”, Rungano Nyoni estreia-se nas longa-metragens com um retrato impressionista sobre a superstição numa pequena aldeia da Zâmbia; em “Killing Jesus”, Laura Morna aborda a vingança pessoal de uma família a braços com a violência da cidade de Medellín; em “Blockade”, Mohsen Gharaei expõe a corrupção e hipocrisia do moderno Teerão pelo olhar de Mohsen Gharaei; e, em “Lemonade”, Iona Uricaru estreia-se com a denúncia da hostilidade do sistema de imigração norte-americano.

Ainda segundo fonte do FEST, na categoria de documentário irão sobressair depois três outros filmes: o testemunho de exilados árabes sobre as guerras do Iraque e da Síria, em “Sand and Blood”, de Matthias Krepp e Angelika Spangel; a polarização político-social da Polónia e a sua viragem à Direita, em “The Celebration – Das Impreza”, de Alexandra Wesolowski; e o retrato documental de um pioneiro do cinema europeu, em (Rino) “Lupo”, de Pedro Lino.

Jun
20
Qua
FEST – New Directors | New Films Festival 2018
Jun 20 todo o dia
FEST - New Directors | New Films Festival 2018

FEST – New Directors | New Films Festival 2018

18 a 25 Junho

O “Festival Novos Realizadores, Novo Cinema” (FEST) arranca em Espinho, a 18 de junho, e terá mais de 190 filmes em competição, além de uma secção paralela com filmografia da Coreia do Norte, Japão, Áustria e Suécia.

Até 25 de junho, a 14.ª edição do evento também abrange um fórum de ‘pitching’ por onde passarão mais de 20 projetos nacionais à procura de apoios por produtoras europeias como a Goldcrest ou a Envy, e incluirá igualmente o programa de formação “Training Ground”, para o qual já foram anunciados ‘workshops’, ‘masterclasses’, palestras e debates por profissionais de renome internacional, como o cineasta Asghar Farhad, o realizador e produtor Roman Coppola e a editora e produtora Gabriella Cristiani.

“Cruzando os universos do documentário, da ficção e do cinema experimental, o FEST integrará ainda uma secção infantojuvenil dedicada às famílias (o FESTinha), uma competição nacional de curtas-metragens (o Grande Prémio Nacional) e um prémio para obras de realizadores a saírem das faculdades (NEXXT)”, revela hoje fonte da organização.

Decorrendo em quatro espaços distintos da cidade de Espinho, a edição de 2018 visa assim exibir e premiar “alguns dos mais inovadores e essenciais trabalhos lançados nos últimos 12 meses” em cerca de 40 países – no que se incluem filmes de “mais de 50 escolas de cinema”, de diferentes nacionalidades.

Cada categoria competitiva estará focada num determinado estilo ou formato, mas o elemento comum aos 190 filmes em concurso será sempre “a procura de novos discursos cinematográficos e novas interpretações da Sétima Arte”.

Somando à competição as sessões de visionamento, pelo FEST passarão assim cerca de 235 filmes, entre os quais a organização começa por destacar “Winter Brothers” (foto), que é a primeira longa-metragem do islandês Hlynur Palmason e que, acompanhando a vida diária de dois irmãos num inverno rigoroso, foi uma das obras “mais badaladas da última edição do Festival de Locarno” e arrecadou aí mais de 20 prémios.

“Blue My Mind”, por sua vez, assinala a estreia de Lisa Brühlmann nas longas de ficção, com “uma visão surreal sobre as mudanças na adolescência e um impressionante grupo de jovens atores”, enquanto “Mobile Homes”, com que Vladimir Fontenay abriu a Quinzena dos Realizadores em Cannes, contará a história de uma família à procura de uma nova vida.

Em “Photon”, Normal Leto propõe um cruzamento entre ciência, ficção-científica e documentário; em “I’m not a witch”, Rungano Nyoni estreia-se nas longa-metragens com um retrato impressionista sobre a superstição numa pequena aldeia da Zâmbia; em “Killing Jesus”, Laura Morna aborda a vingança pessoal de uma família a braços com a violência da cidade de Medellín; em “Blockade”, Mohsen Gharaei expõe a corrupção e hipocrisia do moderno Teerão pelo olhar de Mohsen Gharaei; e, em “Lemonade”, Iona Uricaru estreia-se com a denúncia da hostilidade do sistema de imigração norte-americano.

Ainda segundo fonte do FEST, na categoria de documentário irão sobressair depois três outros filmes: o testemunho de exilados árabes sobre as guerras do Iraque e da Síria, em “Sand and Blood”, de Matthias Krepp e Angelika Spangel; a polarização político-social da Polónia e a sua viragem à Direita, em “The Celebration – Das Impreza”, de Alexandra Wesolowski; e o retrato documental de um pioneiro do cinema europeu, em (Rino) “Lupo”, de Pedro Lino.

Jun
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FEST – New Directors | New Films Festival 2018
Jun 21 todo o dia
FEST - New Directors | New Films Festival 2018

FEST – New Directors | New Films Festival 2018

18 a 25 Junho

O “Festival Novos Realizadores, Novo Cinema” (FEST) arranca em Espinho, a 18 de junho, e terá mais de 190 filmes em competição, além de uma secção paralela com filmografia da Coreia do Norte, Japão, Áustria e Suécia.

Até 25 de junho, a 14.ª edição do evento também abrange um fórum de ‘pitching’ por onde passarão mais de 20 projetos nacionais à procura de apoios por produtoras europeias como a Goldcrest ou a Envy, e incluirá igualmente o programa de formação “Training Ground”, para o qual já foram anunciados ‘workshops’, ‘masterclasses’, palestras e debates por profissionais de renome internacional, como o cineasta Asghar Farhad, o realizador e produtor Roman Coppola e a editora e produtora Gabriella Cristiani.

“Cruzando os universos do documentário, da ficção e do cinema experimental, o FEST integrará ainda uma secção infantojuvenil dedicada às famílias (o FESTinha), uma competição nacional de curtas-metragens (o Grande Prémio Nacional) e um prémio para obras de realizadores a saírem das faculdades (NEXXT)”, revela hoje fonte da organização.

Decorrendo em quatro espaços distintos da cidade de Espinho, a edição de 2018 visa assim exibir e premiar “alguns dos mais inovadores e essenciais trabalhos lançados nos últimos 12 meses” em cerca de 40 países – no que se incluem filmes de “mais de 50 escolas de cinema”, de diferentes nacionalidades.

Cada categoria competitiva estará focada num determinado estilo ou formato, mas o elemento comum aos 190 filmes em concurso será sempre “a procura de novos discursos cinematográficos e novas interpretações da Sétima Arte”.

Somando à competição as sessões de visionamento, pelo FEST passarão assim cerca de 235 filmes, entre os quais a organização começa por destacar “Winter Brothers” (foto), que é a primeira longa-metragem do islandês Hlynur Palmason e que, acompanhando a vida diária de dois irmãos num inverno rigoroso, foi uma das obras “mais badaladas da última edição do Festival de Locarno” e arrecadou aí mais de 20 prémios.

“Blue My Mind”, por sua vez, assinala a estreia de Lisa Brühlmann nas longas de ficção, com “uma visão surreal sobre as mudanças na adolescência e um impressionante grupo de jovens atores”, enquanto “Mobile Homes”, com que Vladimir Fontenay abriu a Quinzena dos Realizadores em Cannes, contará a história de uma família à procura de uma nova vida.

Em “Photon”, Normal Leto propõe um cruzamento entre ciência, ficção-científica e documentário; em “I’m not a witch”, Rungano Nyoni estreia-se nas longa-metragens com um retrato impressionista sobre a superstição numa pequena aldeia da Zâmbia; em “Killing Jesus”, Laura Morna aborda a vingança pessoal de uma família a braços com a violência da cidade de Medellín; em “Blockade”, Mohsen Gharaei expõe a corrupção e hipocrisia do moderno Teerão pelo olhar de Mohsen Gharaei; e, em “Lemonade”, Iona Uricaru estreia-se com a denúncia da hostilidade do sistema de imigração norte-americano.

Ainda segundo fonte do FEST, na categoria de documentário irão sobressair depois três outros filmes: o testemunho de exilados árabes sobre as guerras do Iraque e da Síria, em “Sand and Blood”, de Matthias Krepp e Angelika Spangel; a polarização político-social da Polónia e a sua viragem à Direita, em “The Celebration – Das Impreza”, de Alexandra Wesolowski; e o retrato documental de um pioneiro do cinema europeu, em (Rino) “Lupo”, de Pedro Lino.

Jun
22
Sex
FEST – New Directors | New Films Festival 2018
Jun 22 todo o dia
FEST - New Directors | New Films Festival 2018

FEST – New Directors | New Films Festival 2018

18 a 25 Junho

O “Festival Novos Realizadores, Novo Cinema” (FEST) arranca em Espinho, a 18 de junho, e terá mais de 190 filmes em competição, além de uma secção paralela com filmografia da Coreia do Norte, Japão, Áustria e Suécia.

Até 25 de junho, a 14.ª edição do evento também abrange um fórum de ‘pitching’ por onde passarão mais de 20 projetos nacionais à procura de apoios por produtoras europeias como a Goldcrest ou a Envy, e incluirá igualmente o programa de formação “Training Ground”, para o qual já foram anunciados ‘workshops’, ‘masterclasses’, palestras e debates por profissionais de renome internacional, como o cineasta Asghar Farhad, o realizador e produtor Roman Coppola e a editora e produtora Gabriella Cristiani.

“Cruzando os universos do documentário, da ficção e do cinema experimental, o FEST integrará ainda uma secção infantojuvenil dedicada às famílias (o FESTinha), uma competição nacional de curtas-metragens (o Grande Prémio Nacional) e um prémio para obras de realizadores a saírem das faculdades (NEXXT)”, revela hoje fonte da organização.

Decorrendo em quatro espaços distintos da cidade de Espinho, a edição de 2018 visa assim exibir e premiar “alguns dos mais inovadores e essenciais trabalhos lançados nos últimos 12 meses” em cerca de 40 países – no que se incluem filmes de “mais de 50 escolas de cinema”, de diferentes nacionalidades.

Cada categoria competitiva estará focada num determinado estilo ou formato, mas o elemento comum aos 190 filmes em concurso será sempre “a procura de novos discursos cinematográficos e novas interpretações da Sétima Arte”.

Somando à competição as sessões de visionamento, pelo FEST passarão assim cerca de 235 filmes, entre os quais a organização começa por destacar “Winter Brothers” (foto), que é a primeira longa-metragem do islandês Hlynur Palmason e que, acompanhando a vida diária de dois irmãos num inverno rigoroso, foi uma das obras “mais badaladas da última edição do Festival de Locarno” e arrecadou aí mais de 20 prémios.

“Blue My Mind”, por sua vez, assinala a estreia de Lisa Brühlmann nas longas de ficção, com “uma visão surreal sobre as mudanças na adolescência e um impressionante grupo de jovens atores”, enquanto “Mobile Homes”, com que Vladimir Fontenay abriu a Quinzena dos Realizadores em Cannes, contará a história de uma família à procura de uma nova vida.

Em “Photon”, Normal Leto propõe um cruzamento entre ciência, ficção-científica e documentário; em “I’m not a witch”, Rungano Nyoni estreia-se nas longa-metragens com um retrato impressionista sobre a superstição numa pequena aldeia da Zâmbia; em “Killing Jesus”, Laura Morna aborda a vingança pessoal de uma família a braços com a violência da cidade de Medellín; em “Blockade”, Mohsen Gharaei expõe a corrupção e hipocrisia do moderno Teerão pelo olhar de Mohsen Gharaei; e, em “Lemonade”, Iona Uricaru estreia-se com a denúncia da hostilidade do sistema de imigração norte-americano.

Ainda segundo fonte do FEST, na categoria de documentário irão sobressair depois três outros filmes: o testemunho de exilados árabes sobre as guerras do Iraque e da Síria, em “Sand and Blood”, de Matthias Krepp e Angelika Spangel; a polarização político-social da Polónia e a sua viragem à Direita, em “The Celebration – Das Impreza”, de Alexandra Wesolowski; e o retrato documental de um pioneiro do cinema europeu, em (Rino) “Lupo”, de Pedro Lino.

Jun
23
Sáb
FEST – New Directors | New Films Festival 2018
Jun 23 todo o dia
FEST - New Directors | New Films Festival 2018

FEST – New Directors | New Films Festival 2018

18 a 25 Junho

O “Festival Novos Realizadores, Novo Cinema” (FEST) arranca em Espinho, a 18 de junho, e terá mais de 190 filmes em competição, além de uma secção paralela com filmografia da Coreia do Norte, Japão, Áustria e Suécia.

Até 25 de junho, a 14.ª edição do evento também abrange um fórum de ‘pitching’ por onde passarão mais de 20 projetos nacionais à procura de apoios por produtoras europeias como a Goldcrest ou a Envy, e incluirá igualmente o programa de formação “Training Ground”, para o qual já foram anunciados ‘workshops’, ‘masterclasses’, palestras e debates por profissionais de renome internacional, como o cineasta Asghar Farhad, o realizador e produtor Roman Coppola e a editora e produtora Gabriella Cristiani.

“Cruzando os universos do documentário, da ficção e do cinema experimental, o FEST integrará ainda uma secção infantojuvenil dedicada às famílias (o FESTinha), uma competição nacional de curtas-metragens (o Grande Prémio Nacional) e um prémio para obras de realizadores a saírem das faculdades (NEXXT)”, revela hoje fonte da organização.

Decorrendo em quatro espaços distintos da cidade de Espinho, a edição de 2018 visa assim exibir e premiar “alguns dos mais inovadores e essenciais trabalhos lançados nos últimos 12 meses” em cerca de 40 países – no que se incluem filmes de “mais de 50 escolas de cinema”, de diferentes nacionalidades.

Cada categoria competitiva estará focada num determinado estilo ou formato, mas o elemento comum aos 190 filmes em concurso será sempre “a procura de novos discursos cinematográficos e novas interpretações da Sétima Arte”.

Somando à competição as sessões de visionamento, pelo FEST passarão assim cerca de 235 filmes, entre os quais a organização começa por destacar “Winter Brothers” (foto), que é a primeira longa-metragem do islandês Hlynur Palmason e que, acompanhando a vida diária de dois irmãos num inverno rigoroso, foi uma das obras “mais badaladas da última edição do Festival de Locarno” e arrecadou aí mais de 20 prémios.

“Blue My Mind”, por sua vez, assinala a estreia de Lisa Brühlmann nas longas de ficção, com “uma visão surreal sobre as mudanças na adolescência e um impressionante grupo de jovens atores”, enquanto “Mobile Homes”, com que Vladimir Fontenay abriu a Quinzena dos Realizadores em Cannes, contará a história de uma família à procura de uma nova vida.

Em “Photon”, Normal Leto propõe um cruzamento entre ciência, ficção-científica e documentário; em “I’m not a witch”, Rungano Nyoni estreia-se nas longa-metragens com um retrato impressionista sobre a superstição numa pequena aldeia da Zâmbia; em “Killing Jesus”, Laura Morna aborda a vingança pessoal de uma família a braços com a violência da cidade de Medellín; em “Blockade”, Mohsen Gharaei expõe a corrupção e hipocrisia do moderno Teerão pelo olhar de Mohsen Gharaei; e, em “Lemonade”, Iona Uricaru estreia-se com a denúncia da hostilidade do sistema de imigração norte-americano.

Ainda segundo fonte do FEST, na categoria de documentário irão sobressair depois três outros filmes: o testemunho de exilados árabes sobre as guerras do Iraque e da Síria, em “Sand and Blood”, de Matthias Krepp e Angelika Spangel; a polarização político-social da Polónia e a sua viragem à Direita, em “The Celebration – Das Impreza”, de Alexandra Wesolowski; e o retrato documental de um pioneiro do cinema europeu, em (Rino) “Lupo”, de Pedro Lino.

Jun
24
Dom
FEST – New Directors | New Films Festival 2018
Jun 24 todo o dia
FEST - New Directors | New Films Festival 2018

FEST – New Directors | New Films Festival 2018

18 a 25 Junho

O “Festival Novos Realizadores, Novo Cinema” (FEST) arranca em Espinho, a 18 de junho, e terá mais de 190 filmes em competição, além de uma secção paralela com filmografia da Coreia do Norte, Japão, Áustria e Suécia.

Até 25 de junho, a 14.ª edição do evento também abrange um fórum de ‘pitching’ por onde passarão mais de 20 projetos nacionais à procura de apoios por produtoras europeias como a Goldcrest ou a Envy, e incluirá igualmente o programa de formação “Training Ground”, para o qual já foram anunciados ‘workshops’, ‘masterclasses’, palestras e debates por profissionais de renome internacional, como o cineasta Asghar Farhad, o realizador e produtor Roman Coppola e a editora e produtora Gabriella Cristiani.

“Cruzando os universos do documentário, da ficção e do cinema experimental, o FEST integrará ainda uma secção infantojuvenil dedicada às famílias (o FESTinha), uma competição nacional de curtas-metragens (o Grande Prémio Nacional) e um prémio para obras de realizadores a saírem das faculdades (NEXXT)”, revela hoje fonte da organização.

Decorrendo em quatro espaços distintos da cidade de Espinho, a edição de 2018 visa assim exibir e premiar “alguns dos mais inovadores e essenciais trabalhos lançados nos últimos 12 meses” em cerca de 40 países – no que se incluem filmes de “mais de 50 escolas de cinema”, de diferentes nacionalidades.

Cada categoria competitiva estará focada num determinado estilo ou formato, mas o elemento comum aos 190 filmes em concurso será sempre “a procura de novos discursos cinematográficos e novas interpretações da Sétima Arte”.

Somando à competição as sessões de visionamento, pelo FEST passarão assim cerca de 235 filmes, entre os quais a organização começa por destacar “Winter Brothers” (foto), que é a primeira longa-metragem do islandês Hlynur Palmason e que, acompanhando a vida diária de dois irmãos num inverno rigoroso, foi uma das obras “mais badaladas da última edição do Festival de Locarno” e arrecadou aí mais de 20 prémios.

“Blue My Mind”, por sua vez, assinala a estreia de Lisa Brühlmann nas longas de ficção, com “uma visão surreal sobre as mudanças na adolescência e um impressionante grupo de jovens atores”, enquanto “Mobile Homes”, com que Vladimir Fontenay abriu a Quinzena dos Realizadores em Cannes, contará a história de uma família à procura de uma nova vida.

Em “Photon”, Normal Leto propõe um cruzamento entre ciência, ficção-científica e documentário; em “I’m not a witch”, Rungano Nyoni estreia-se nas longa-metragens com um retrato impressionista sobre a superstição numa pequena aldeia da Zâmbia; em “Killing Jesus”, Laura Morna aborda a vingança pessoal de uma família a braços com a violência da cidade de Medellín; em “Blockade”, Mohsen Gharaei expõe a corrupção e hipocrisia do moderno Teerão pelo olhar de Mohsen Gharaei; e, em “Lemonade”, Iona Uricaru estreia-se com a denúncia da hostilidade do sistema de imigração norte-americano.

Ainda segundo fonte do FEST, na categoria de documentário irão sobressair depois três outros filmes: o testemunho de exilados árabes sobre as guerras do Iraque e da Síria, em “Sand and Blood”, de Matthias Krepp e Angelika Spangel; a polarização político-social da Polónia e a sua viragem à Direita, em “The Celebration – Das Impreza”, de Alexandra Wesolowski; e o retrato documental de um pioneiro do cinema europeu, em (Rino) “Lupo”, de Pedro Lino.

Jun
25
Seg
FEST – New Directors | New Films Festival 2018
Jun 25 todo o dia
FEST - New Directors | New Films Festival 2018

FEST – New Directors | New Films Festival 2018

18 a 25 Junho

O “Festival Novos Realizadores, Novo Cinema” (FEST) arranca em Espinho, a 18 de junho, e terá mais de 190 filmes em competição, além de uma secção paralela com filmografia da Coreia do Norte, Japão, Áustria e Suécia.

Até 25 de junho, a 14.ª edição do evento também abrange um fórum de ‘pitching’ por onde passarão mais de 20 projetos nacionais à procura de apoios por produtoras europeias como a Goldcrest ou a Envy, e incluirá igualmente o programa de formação “Training Ground”, para o qual já foram anunciados ‘workshops’, ‘masterclasses’, palestras e debates por profissionais de renome internacional, como o cineasta Asghar Farhad, o realizador e produtor Roman Coppola e a editora e produtora Gabriella Cristiani.

“Cruzando os universos do documentário, da ficção e do cinema experimental, o FEST integrará ainda uma secção infantojuvenil dedicada às famílias (o FESTinha), uma competição nacional de curtas-metragens (o Grande Prémio Nacional) e um prémio para obras de realizadores a saírem das faculdades (NEXXT)”, revela hoje fonte da organização.

Decorrendo em quatro espaços distintos da cidade de Espinho, a edição de 2018 visa assim exibir e premiar “alguns dos mais inovadores e essenciais trabalhos lançados nos últimos 12 meses” em cerca de 40 países – no que se incluem filmes de “mais de 50 escolas de cinema”, de diferentes nacionalidades.

Cada categoria competitiva estará focada num determinado estilo ou formato, mas o elemento comum aos 190 filmes em concurso será sempre “a procura de novos discursos cinematográficos e novas interpretações da Sétima Arte”.

Somando à competição as sessões de visionamento, pelo FEST passarão assim cerca de 235 filmes, entre os quais a organização começa por destacar “Winter Brothers” (foto), que é a primeira longa-metragem do islandês Hlynur Palmason e que, acompanhando a vida diária de dois irmãos num inverno rigoroso, foi uma das obras “mais badaladas da última edição do Festival de Locarno” e arrecadou aí mais de 20 prémios.

“Blue My Mind”, por sua vez, assinala a estreia de Lisa Brühlmann nas longas de ficção, com “uma visão surreal sobre as mudanças na adolescência e um impressionante grupo de jovens atores”, enquanto “Mobile Homes”, com que Vladimir Fontenay abriu a Quinzena dos Realizadores em Cannes, contará a história de uma família à procura de uma nova vida.

Em “Photon”, Normal Leto propõe um cruzamento entre ciência, ficção-científica e documentário; em “I’m not a witch”, Rungano Nyoni estreia-se nas longa-metragens com um retrato impressionista sobre a superstição numa pequena aldeia da Zâmbia; em “Killing Jesus”, Laura Morna aborda a vingança pessoal de uma família a braços com a violência da cidade de Medellín; em “Blockade”, Mohsen Gharaei expõe a corrupção e hipocrisia do moderno Teerão pelo olhar de Mohsen Gharaei; e, em “Lemonade”, Iona Uricaru estreia-se com a denúncia da hostilidade do sistema de imigração norte-americano.

Ainda segundo fonte do FEST, na categoria de documentário irão sobressair depois três outros filmes: o testemunho de exilados árabes sobre as guerras do Iraque e da Síria, em “Sand and Blood”, de Matthias Krepp e Angelika Spangel; a polarização político-social da Polónia e a sua viragem à Direita, em “The Celebration – Das Impreza”, de Alexandra Wesolowski; e o retrato documental de um pioneiro do cinema europeu, em (Rino) “Lupo”, de Pedro Lino.

Set
7
Sex
Espimodel 2018
Set 7 todo o dia
Espimodel 2018

Exposição/Concurso Internacional de Modelismo estático.

7 a 9 Setembro 2018

Núcleo de Modelismo de Espinho

Local: Fórum de Arte e Cultura de Espinho (FACE)

Set
8
Sáb
Espimodel 2018
Set 8 todo o dia
Espimodel 2018

Exposição/Concurso Internacional de Modelismo estático.

7 a 9 Setembro 2018

Núcleo de Modelismo de Espinho

Local: Fórum de Arte e Cultura de Espinho (FACE)

Set
9
Dom
Espimodel 2018
Set 9 todo o dia
Espimodel 2018

Exposição/Concurso Internacional de Modelismo estático.

7 a 9 Setembro 2018

Núcleo de Modelismo de Espinho

Local: Fórum de Arte e Cultura de Espinho (FACE)