Agenda de Eventos
Jun
21
Sex
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME
Jun 21 todo o dia
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME, arranca a 21 de junho, apresentando este ano artistas como o violinista David Grimal, o violoncelista Alexander Rudin, os pianistas Alexander Melnikov e Andreas Staier, e o Kronos Quartet.
Até 20 de julho, a Academia de Música de Espinho propõe assim para aquele que é um dos mais antigos festivais de música erudita do país um cartaz que, além de uma exposição com obras do pintor Mário Bismarck e uma oficina de voz jazz por Andreas Schaerer, integra um total de 16 concertos – entre os quais o que a 19 de julho celebrará o 50º aniversário da chegada do Homem à lua com um espetáculo por alunos da Escola Profissional de Música de Espinho sob a cúpula do planetário local.
Apostando num conjunto de “grandes intérpretes e criteriosas propostas programáticas”, a direção do FIME disponibiliza oito desses concertos a preços entre os quatro e oito euros, e os restantes terão entrada livre, como acontece com o que a 13 de julho levará ao exterior da Piscina Solário Atlântico o cantor e compositor brasileiro Marcos Valle e o que a 20 de julho apresentará na praça da Câmara Municipal o guitarrista Yamandú Costa, também do Brasil, com a Orquestra Clássica de Espinho.
O palco mais assíduo do FIME de 2019 será, no entanto, o Auditório da Academia, que, no arranque do festival, começa por receber o francês David Grimal. O programa desse concerto vai incidir sobre Brahms e Sarasate, com o violinista a conciliar o papel de solista com o de maestro, ao conduzir a Orquestra Clássica de Espinho por diferentes obras do Romantismo tardio.
22 de junho a mesma sala recebe os russos Alexander Rudin (violoncelo) e Alexander Melnikov (piano), para um espetáculo que também se inspira no período romântico e que apresentará obras de Rachmaninov, Chopin e Golowin. O concerto será precedido por uma palestra pelo musicólogo João Silva, que dará a conhecer a ligação entre Rachmaninov e Chopin.
Ainda em junho haverá quatro outras performances: no dia 27 a do Lisboa String Trio no jardim interior da Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva, no dia 28 a da jovem violinista norte-americana Elicia Silverstein na Capela de Nossa Senhora da Ajuda, no dia 29 a do coletivo inglês ‘a capella’ The Gesualdo Six na Igreja Matriz de Espinho. No dia 30 a dos percussionistas portugueses Crassh no Auditório da Academia.
Os primeiros três desses concertos têm entrada livre, sendo que, devido à lotação dos espaços em causa, a direção do FIME recomenda levantamento prévio dos respetivos bilhetes.
programação de julho prossegue com o quarteto de cordas polaco MozART Group, que no dia 5 regressa ao Auditório de Espinho com uma prestação em torno da “malícia das cantigas medievais e dos vilancicos renascentistas”, e continua no dia 6 com um recital de pianoforte pelo alemão Andreas Staier, que para o efeito escolheu um repertório com fantasias, variações e sonatas de Mozart, Haydn e Bach.
No dia 8 estarão em destaque os músicos norte-americanos do Kronos Quartet, reconhecido pela forma como interpretam com instrumentos de cordas a obra de autores contemporâneos como Laurie Anderson, Philip Glass, John Coltrane e Steve Reich.
12 de julho o palco caberá ao já referido cantor suíço Andreas Schaerer, que se juntará ao acordeonista italiano Luciano Biondini e ao baterista camaronense Lucas Niggle para explorar “jazz fresco e inventivo”, e a 19 do mesmo mês, a cortina irá abrir-se para o Pérez, Potter,Cohen Quintet, que, reunindo músicos dos Estados Unidos, Panamá e Israel, empregará piano, saxofone-tenor, trompete e contrabaixo para materializar “composições originais inspiradas em mulheres escritoras”.
O cartaz do FIME de 2019 propõe ainda dois “concertos breves” por organistas, ambos na Igreja Matriz de Espinho: a 6 de julho o do inglês Jonathan Ayerst, que irá recorrer a improvisação e as obras do barroco alemão escritas por Bach e Buxtehude, e a 13 de julho o do português António Esteireiro, que selecionou para o efeito obras dos séculos XVII, XIX e XX assinadas por Nicolas de Grigny, César Franck e Marcel Dupré.
Jun
22
Sáb
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME
Jun 22 todo o dia
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME, arranca a 21 de junho, apresentando este ano artistas como o violinista David Grimal, o violoncelista Alexander Rudin, os pianistas Alexander Melnikov e Andreas Staier, e o Kronos Quartet.
Até 20 de julho, a Academia de Música de Espinho propõe assim para aquele que é um dos mais antigos festivais de música erudita do país um cartaz que, além de uma exposição com obras do pintor Mário Bismarck e uma oficina de voz jazz por Andreas Schaerer, integra um total de 16 concertos – entre os quais o que a 19 de julho celebrará o 50º aniversário da chegada do Homem à lua com um espetáculo por alunos da Escola Profissional de Música de Espinho sob a cúpula do planetário local.
Apostando num conjunto de “grandes intérpretes e criteriosas propostas programáticas”, a direção do FIME disponibiliza oito desses concertos a preços entre os quatro e oito euros, e os restantes terão entrada livre, como acontece com o que a 13 de julho levará ao exterior da Piscina Solário Atlântico o cantor e compositor brasileiro Marcos Valle e o que a 20 de julho apresentará na praça da Câmara Municipal o guitarrista Yamandú Costa, também do Brasil, com a Orquestra Clássica de Espinho.
O palco mais assíduo do FIME de 2019 será, no entanto, o Auditório da Academia, que, no arranque do festival, começa por receber o francês David Grimal. O programa desse concerto vai incidir sobre Brahms e Sarasate, com o violinista a conciliar o papel de solista com o de maestro, ao conduzir a Orquestra Clássica de Espinho por diferentes obras do Romantismo tardio.
22 de junho a mesma sala recebe os russos Alexander Rudin (violoncelo) e Alexander Melnikov (piano), para um espetáculo que também se inspira no período romântico e que apresentará obras de Rachmaninov, Chopin e Golowin. O concerto será precedido por uma palestra pelo musicólogo João Silva, que dará a conhecer a ligação entre Rachmaninov e Chopin.
Ainda em junho haverá quatro outras performances: no dia 27 a do Lisboa String Trio no jardim interior da Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva, no dia 28 a da jovem violinista norte-americana Elicia Silverstein na Capela de Nossa Senhora da Ajuda, no dia 29 a do coletivo inglês ‘a capella’ The Gesualdo Six na Igreja Matriz de Espinho. No dia 30 a dos percussionistas portugueses Crassh no Auditório da Academia.
Os primeiros três desses concertos têm entrada livre, sendo que, devido à lotação dos espaços em causa, a direção do FIME recomenda levantamento prévio dos respetivos bilhetes.
programação de julho prossegue com o quarteto de cordas polaco MozART Group, que no dia 5 regressa ao Auditório de Espinho com uma prestação em torno da “malícia das cantigas medievais e dos vilancicos renascentistas”, e continua no dia 6 com um recital de pianoforte pelo alemão Andreas Staier, que para o efeito escolheu um repertório com fantasias, variações e sonatas de Mozart, Haydn e Bach.
No dia 8 estarão em destaque os músicos norte-americanos do Kronos Quartet, reconhecido pela forma como interpretam com instrumentos de cordas a obra de autores contemporâneos como Laurie Anderson, Philip Glass, John Coltrane e Steve Reich.
12 de julho o palco caberá ao já referido cantor suíço Andreas Schaerer, que se juntará ao acordeonista italiano Luciano Biondini e ao baterista camaronense Lucas Niggle para explorar “jazz fresco e inventivo”, e a 19 do mesmo mês, a cortina irá abrir-se para o Pérez, Potter,Cohen Quintet, que, reunindo músicos dos Estados Unidos, Panamá e Israel, empregará piano, saxofone-tenor, trompete e contrabaixo para materializar “composições originais inspiradas em mulheres escritoras”.
O cartaz do FIME de 2019 propõe ainda dois “concertos breves” por organistas, ambos na Igreja Matriz de Espinho: a 6 de julho o do inglês Jonathan Ayerst, que irá recorrer a improvisação e as obras do barroco alemão escritas por Bach e Buxtehude, e a 13 de julho o do português António Esteireiro, que selecionou para o efeito obras dos séculos XVII, XIX e XX assinadas por Nicolas de Grigny, César Franck e Marcel Dupré.
Jun
23
Dom
São João do Rio Largo 2019
Jun 23 todo o dia
São João do Rio Largo 2019

São João do Rio Largo 2019

23 e 24 Junho

Dia 23 (domingo)

22h00: IMPECÁVEIS BAND

00h00: Fogo de Artíficio

Dia 24 (segunda)

21h00: TEKOS

22h30: QUIM BARREIROS

Jun
24
Seg
São João do Rio Largo 2019
Jun 24 todo o dia
São João do Rio Largo 2019

São João do Rio Largo 2019

23 e 24 Junho

Dia 23 (domingo)

22h00: IMPECÁVEIS BAND

00h00: Fogo de Artíficio

Dia 24 (segunda)

21h00: TEKOS

22h30: QUIM BARREIROS

Jun
27
Qui
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME
Jun 27 todo o dia
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME, arranca a 21 de junho, apresentando este ano artistas como o violinista David Grimal, o violoncelista Alexander Rudin, os pianistas Alexander Melnikov e Andreas Staier, e o Kronos Quartet.
Até 20 de julho, a Academia de Música de Espinho propõe assim para aquele que é um dos mais antigos festivais de música erudita do país um cartaz que, além de uma exposição com obras do pintor Mário Bismarck e uma oficina de voz jazz por Andreas Schaerer, integra um total de 16 concertos – entre os quais o que a 19 de julho celebrará o 50º aniversário da chegada do Homem à lua com um espetáculo por alunos da Escola Profissional de Música de Espinho sob a cúpula do planetário local.
Apostando num conjunto de “grandes intérpretes e criteriosas propostas programáticas”, a direção do FIME disponibiliza oito desses concertos a preços entre os quatro e oito euros, e os restantes terão entrada livre, como acontece com o que a 13 de julho levará ao exterior da Piscina Solário Atlântico o cantor e compositor brasileiro Marcos Valle e o que a 20 de julho apresentará na praça da Câmara Municipal o guitarrista Yamandú Costa, também do Brasil, com a Orquestra Clássica de Espinho.
O palco mais assíduo do FIME de 2019 será, no entanto, o Auditório da Academia, que, no arranque do festival, começa por receber o francês David Grimal. O programa desse concerto vai incidir sobre Brahms e Sarasate, com o violinista a conciliar o papel de solista com o de maestro, ao conduzir a Orquestra Clássica de Espinho por diferentes obras do Romantismo tardio.
22 de junho a mesma sala recebe os russos Alexander Rudin (violoncelo) e Alexander Melnikov (piano), para um espetáculo que também se inspira no período romântico e que apresentará obras de Rachmaninov, Chopin e Golowin. O concerto será precedido por uma palestra pelo musicólogo João Silva, que dará a conhecer a ligação entre Rachmaninov e Chopin.
Ainda em junho haverá quatro outras performances: no dia 27 a do Lisboa String Trio no jardim interior da Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva, no dia 28 a da jovem violinista norte-americana Elicia Silverstein na Capela de Nossa Senhora da Ajuda, no dia 29 a do coletivo inglês ‘a capella’ The Gesualdo Six na Igreja Matriz de Espinho. No dia 30 a dos percussionistas portugueses Crassh no Auditório da Academia.
Os primeiros três desses concertos têm entrada livre, sendo que, devido à lotação dos espaços em causa, a direção do FIME recomenda levantamento prévio dos respetivos bilhetes.
programação de julho prossegue com o quarteto de cordas polaco MozART Group, que no dia 5 regressa ao Auditório de Espinho com uma prestação em torno da “malícia das cantigas medievais e dos vilancicos renascentistas”, e continua no dia 6 com um recital de pianoforte pelo alemão Andreas Staier, que para o efeito escolheu um repertório com fantasias, variações e sonatas de Mozart, Haydn e Bach.
No dia 8 estarão em destaque os músicos norte-americanos do Kronos Quartet, reconhecido pela forma como interpretam com instrumentos de cordas a obra de autores contemporâneos como Laurie Anderson, Philip Glass, John Coltrane e Steve Reich.
12 de julho o palco caberá ao já referido cantor suíço Andreas Schaerer, que se juntará ao acordeonista italiano Luciano Biondini e ao baterista camaronense Lucas Niggle para explorar “jazz fresco e inventivo”, e a 19 do mesmo mês, a cortina irá abrir-se para o Pérez, Potter,Cohen Quintet, que, reunindo músicos dos Estados Unidos, Panamá e Israel, empregará piano, saxofone-tenor, trompete e contrabaixo para materializar “composições originais inspiradas em mulheres escritoras”.
O cartaz do FIME de 2019 propõe ainda dois “concertos breves” por organistas, ambos na Igreja Matriz de Espinho: a 6 de julho o do inglês Jonathan Ayerst, que irá recorrer a improvisação e as obras do barroco alemão escritas por Bach e Buxtehude, e a 13 de julho o do português António Esteireiro, que selecionou para o efeito obras dos séculos XVII, XIX e XX assinadas por Nicolas de Grigny, César Franck e Marcel Dupré.
Jun
28
Sex
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME
Jun 28 todo o dia
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME, arranca a 21 de junho, apresentando este ano artistas como o violinista David Grimal, o violoncelista Alexander Rudin, os pianistas Alexander Melnikov e Andreas Staier, e o Kronos Quartet.
Até 20 de julho, a Academia de Música de Espinho propõe assim para aquele que é um dos mais antigos festivais de música erudita do país um cartaz que, além de uma exposição com obras do pintor Mário Bismarck e uma oficina de voz jazz por Andreas Schaerer, integra um total de 16 concertos – entre os quais o que a 19 de julho celebrará o 50º aniversário da chegada do Homem à lua com um espetáculo por alunos da Escola Profissional de Música de Espinho sob a cúpula do planetário local.
Apostando num conjunto de “grandes intérpretes e criteriosas propostas programáticas”, a direção do FIME disponibiliza oito desses concertos a preços entre os quatro e oito euros, e os restantes terão entrada livre, como acontece com o que a 13 de julho levará ao exterior da Piscina Solário Atlântico o cantor e compositor brasileiro Marcos Valle e o que a 20 de julho apresentará na praça da Câmara Municipal o guitarrista Yamandú Costa, também do Brasil, com a Orquestra Clássica de Espinho.
O palco mais assíduo do FIME de 2019 será, no entanto, o Auditório da Academia, que, no arranque do festival, começa por receber o francês David Grimal. O programa desse concerto vai incidir sobre Brahms e Sarasate, com o violinista a conciliar o papel de solista com o de maestro, ao conduzir a Orquestra Clássica de Espinho por diferentes obras do Romantismo tardio.
22 de junho a mesma sala recebe os russos Alexander Rudin (violoncelo) e Alexander Melnikov (piano), para um espetáculo que também se inspira no período romântico e que apresentará obras de Rachmaninov, Chopin e Golowin. O concerto será precedido por uma palestra pelo musicólogo João Silva, que dará a conhecer a ligação entre Rachmaninov e Chopin.
Ainda em junho haverá quatro outras performances: no dia 27 a do Lisboa String Trio no jardim interior da Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva, no dia 28 a da jovem violinista norte-americana Elicia Silverstein na Capela de Nossa Senhora da Ajuda, no dia 29 a do coletivo inglês ‘a capella’ The Gesualdo Six na Igreja Matriz de Espinho. No dia 30 a dos percussionistas portugueses Crassh no Auditório da Academia.
Os primeiros três desses concertos têm entrada livre, sendo que, devido à lotação dos espaços em causa, a direção do FIME recomenda levantamento prévio dos respetivos bilhetes.
programação de julho prossegue com o quarteto de cordas polaco MozART Group, que no dia 5 regressa ao Auditório de Espinho com uma prestação em torno da “malícia das cantigas medievais e dos vilancicos renascentistas”, e continua no dia 6 com um recital de pianoforte pelo alemão Andreas Staier, que para o efeito escolheu um repertório com fantasias, variações e sonatas de Mozart, Haydn e Bach.
No dia 8 estarão em destaque os músicos norte-americanos do Kronos Quartet, reconhecido pela forma como interpretam com instrumentos de cordas a obra de autores contemporâneos como Laurie Anderson, Philip Glass, John Coltrane e Steve Reich.
12 de julho o palco caberá ao já referido cantor suíço Andreas Schaerer, que se juntará ao acordeonista italiano Luciano Biondini e ao baterista camaronense Lucas Niggle para explorar “jazz fresco e inventivo”, e a 19 do mesmo mês, a cortina irá abrir-se para o Pérez, Potter,Cohen Quintet, que, reunindo músicos dos Estados Unidos, Panamá e Israel, empregará piano, saxofone-tenor, trompete e contrabaixo para materializar “composições originais inspiradas em mulheres escritoras”.
O cartaz do FIME de 2019 propõe ainda dois “concertos breves” por organistas, ambos na Igreja Matriz de Espinho: a 6 de julho o do inglês Jonathan Ayerst, que irá recorrer a improvisação e as obras do barroco alemão escritas por Bach e Buxtehude, e a 13 de julho o do português António Esteireiro, que selecionou para o efeito obras dos séculos XVII, XIX e XX assinadas por Nicolas de Grigny, César Franck e Marcel Dupré.
Festival Consonâncias 2019
Jun 28 todo o dia
Festival Consonâncias 2019

Festival Consonâncias
28 a 30 de Junho 2019
Bairro da Ponte de Anta
— org. Centro Comunitário da Ponte de Anta.

 

28 | 16:00 | Festival Consonâncias Júnior – Grupo de Trombones New Age Connection

29 | 21:30 | Grupo de Percussão, Ensemble de Violoncelos, Combo de Jazz da EPME – curso básico

30 | 21:30 | Música de Câmara, Combo de Jazz da EPME – curso secundário

 

Jun
29
Sáb
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME
Jun 29 todo o dia
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME, arranca a 21 de junho, apresentando este ano artistas como o violinista David Grimal, o violoncelista Alexander Rudin, os pianistas Alexander Melnikov e Andreas Staier, e o Kronos Quartet.
Até 20 de julho, a Academia de Música de Espinho propõe assim para aquele que é um dos mais antigos festivais de música erudita do país um cartaz que, além de uma exposição com obras do pintor Mário Bismarck e uma oficina de voz jazz por Andreas Schaerer, integra um total de 16 concertos – entre os quais o que a 19 de julho celebrará o 50º aniversário da chegada do Homem à lua com um espetáculo por alunos da Escola Profissional de Música de Espinho sob a cúpula do planetário local.
Apostando num conjunto de “grandes intérpretes e criteriosas propostas programáticas”, a direção do FIME disponibiliza oito desses concertos a preços entre os quatro e oito euros, e os restantes terão entrada livre, como acontece com o que a 13 de julho levará ao exterior da Piscina Solário Atlântico o cantor e compositor brasileiro Marcos Valle e o que a 20 de julho apresentará na praça da Câmara Municipal o guitarrista Yamandú Costa, também do Brasil, com a Orquestra Clássica de Espinho.
O palco mais assíduo do FIME de 2019 será, no entanto, o Auditório da Academia, que, no arranque do festival, começa por receber o francês David Grimal. O programa desse concerto vai incidir sobre Brahms e Sarasate, com o violinista a conciliar o papel de solista com o de maestro, ao conduzir a Orquestra Clássica de Espinho por diferentes obras do Romantismo tardio.
22 de junho a mesma sala recebe os russos Alexander Rudin (violoncelo) e Alexander Melnikov (piano), para um espetáculo que também se inspira no período romântico e que apresentará obras de Rachmaninov, Chopin e Golowin. O concerto será precedido por uma palestra pelo musicólogo João Silva, que dará a conhecer a ligação entre Rachmaninov e Chopin.
Ainda em junho haverá quatro outras performances: no dia 27 a do Lisboa String Trio no jardim interior da Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva, no dia 28 a da jovem violinista norte-americana Elicia Silverstein na Capela de Nossa Senhora da Ajuda, no dia 29 a do coletivo inglês ‘a capella’ The Gesualdo Six na Igreja Matriz de Espinho. No dia 30 a dos percussionistas portugueses Crassh no Auditório da Academia.
Os primeiros três desses concertos têm entrada livre, sendo que, devido à lotação dos espaços em causa, a direção do FIME recomenda levantamento prévio dos respetivos bilhetes.
programação de julho prossegue com o quarteto de cordas polaco MozART Group, que no dia 5 regressa ao Auditório de Espinho com uma prestação em torno da “malícia das cantigas medievais e dos vilancicos renascentistas”, e continua no dia 6 com um recital de pianoforte pelo alemão Andreas Staier, que para o efeito escolheu um repertório com fantasias, variações e sonatas de Mozart, Haydn e Bach.
No dia 8 estarão em destaque os músicos norte-americanos do Kronos Quartet, reconhecido pela forma como interpretam com instrumentos de cordas a obra de autores contemporâneos como Laurie Anderson, Philip Glass, John Coltrane e Steve Reich.
12 de julho o palco caberá ao já referido cantor suíço Andreas Schaerer, que se juntará ao acordeonista italiano Luciano Biondini e ao baterista camaronense Lucas Niggle para explorar “jazz fresco e inventivo”, e a 19 do mesmo mês, a cortina irá abrir-se para o Pérez, Potter,Cohen Quintet, que, reunindo músicos dos Estados Unidos, Panamá e Israel, empregará piano, saxofone-tenor, trompete e contrabaixo para materializar “composições originais inspiradas em mulheres escritoras”.
O cartaz do FIME de 2019 propõe ainda dois “concertos breves” por organistas, ambos na Igreja Matriz de Espinho: a 6 de julho o do inglês Jonathan Ayerst, que irá recorrer a improvisação e as obras do barroco alemão escritas por Bach e Buxtehude, e a 13 de julho o do português António Esteireiro, que selecionou para o efeito obras dos séculos XVII, XIX e XX assinadas por Nicolas de Grigny, César Franck e Marcel Dupré.
Festival Consonâncias 2019
Jun 29 todo o dia
Festival Consonâncias 2019

Festival Consonâncias
28 a 30 de Junho 2019
Bairro da Ponte de Anta
— org. Centro Comunitário da Ponte de Anta.

 

28 | 16:00 | Festival Consonâncias Júnior – Grupo de Trombones New Age Connection

29 | 21:30 | Grupo de Percussão, Ensemble de Violoncelos, Combo de Jazz da EPME – curso básico

30 | 21:30 | Música de Câmara, Combo de Jazz da EPME – curso secundário

 

Jun
30
Dom
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME
Jun 30 todo o dia
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME, arranca a 21 de junho, apresentando este ano artistas como o violinista David Grimal, o violoncelista Alexander Rudin, os pianistas Alexander Melnikov e Andreas Staier, e o Kronos Quartet.
Até 20 de julho, a Academia de Música de Espinho propõe assim para aquele que é um dos mais antigos festivais de música erudita do país um cartaz que, além de uma exposição com obras do pintor Mário Bismarck e uma oficina de voz jazz por Andreas Schaerer, integra um total de 16 concertos – entre os quais o que a 19 de julho celebrará o 50º aniversário da chegada do Homem à lua com um espetáculo por alunos da Escola Profissional de Música de Espinho sob a cúpula do planetário local.
Apostando num conjunto de “grandes intérpretes e criteriosas propostas programáticas”, a direção do FIME disponibiliza oito desses concertos a preços entre os quatro e oito euros, e os restantes terão entrada livre, como acontece com o que a 13 de julho levará ao exterior da Piscina Solário Atlântico o cantor e compositor brasileiro Marcos Valle e o que a 20 de julho apresentará na praça da Câmara Municipal o guitarrista Yamandú Costa, também do Brasil, com a Orquestra Clássica de Espinho.
O palco mais assíduo do FIME de 2019 será, no entanto, o Auditório da Academia, que, no arranque do festival, começa por receber o francês David Grimal. O programa desse concerto vai incidir sobre Brahms e Sarasate, com o violinista a conciliar o papel de solista com o de maestro, ao conduzir a Orquestra Clássica de Espinho por diferentes obras do Romantismo tardio.
22 de junho a mesma sala recebe os russos Alexander Rudin (violoncelo) e Alexander Melnikov (piano), para um espetáculo que também se inspira no período romântico e que apresentará obras de Rachmaninov, Chopin e Golowin. O concerto será precedido por uma palestra pelo musicólogo João Silva, que dará a conhecer a ligação entre Rachmaninov e Chopin.
Ainda em junho haverá quatro outras performances: no dia 27 a do Lisboa String Trio no jardim interior da Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva, no dia 28 a da jovem violinista norte-americana Elicia Silverstein na Capela de Nossa Senhora da Ajuda, no dia 29 a do coletivo inglês ‘a capella’ The Gesualdo Six na Igreja Matriz de Espinho. No dia 30 a dos percussionistas portugueses Crassh no Auditório da Academia.
Os primeiros três desses concertos têm entrada livre, sendo que, devido à lotação dos espaços em causa, a direção do FIME recomenda levantamento prévio dos respetivos bilhetes.
programação de julho prossegue com o quarteto de cordas polaco MozART Group, que no dia 5 regressa ao Auditório de Espinho com uma prestação em torno da “malícia das cantigas medievais e dos vilancicos renascentistas”, e continua no dia 6 com um recital de pianoforte pelo alemão Andreas Staier, que para o efeito escolheu um repertório com fantasias, variações e sonatas de Mozart, Haydn e Bach.
No dia 8 estarão em destaque os músicos norte-americanos do Kronos Quartet, reconhecido pela forma como interpretam com instrumentos de cordas a obra de autores contemporâneos como Laurie Anderson, Philip Glass, John Coltrane e Steve Reich.
12 de julho o palco caberá ao já referido cantor suíço Andreas Schaerer, que se juntará ao acordeonista italiano Luciano Biondini e ao baterista camaronense Lucas Niggle para explorar “jazz fresco e inventivo”, e a 19 do mesmo mês, a cortina irá abrir-se para o Pérez, Potter,Cohen Quintet, que, reunindo músicos dos Estados Unidos, Panamá e Israel, empregará piano, saxofone-tenor, trompete e contrabaixo para materializar “composições originais inspiradas em mulheres escritoras”.
O cartaz do FIME de 2019 propõe ainda dois “concertos breves” por organistas, ambos na Igreja Matriz de Espinho: a 6 de julho o do inglês Jonathan Ayerst, que irá recorrer a improvisação e as obras do barroco alemão escritas por Bach e Buxtehude, e a 13 de julho o do português António Esteireiro, que selecionou para o efeito obras dos séculos XVII, XIX e XX assinadas por Nicolas de Grigny, César Franck e Marcel Dupré.
Festival Consonâncias 2019
Jun 30 todo o dia
Festival Consonâncias 2019

Festival Consonâncias
28 a 30 de Junho 2019
Bairro da Ponte de Anta
— org. Centro Comunitário da Ponte de Anta.

 

28 | 16:00 | Festival Consonâncias Júnior – Grupo de Trombones New Age Connection

29 | 21:30 | Grupo de Percussão, Ensemble de Violoncelos, Combo de Jazz da EPME – curso básico

30 | 21:30 | Música de Câmara, Combo de Jazz da EPME – curso secundário

 

Jul
1
Seg
Programa Bandeira Azul 2019 – Do Rio ao Mar sem Lixo
Jul 1 – Ago 28 todo o dia
Programa Bandeira Azul 2019 – Do Rio ao Mar sem Lixo

8 Julho a 28 Agosto

Programa Bandeira Azul 2019 – Do Rio ao Mar sem Lixo

Jul
2
Ter
Atividades ambientais e da natureza pela Nascente
Jul 2 todo o dia
Atividades ambientais e da natureza pela Nascente

Em julho, a programação da Nascente será reduzida e essencialmente voltada para aspetos ambientais e da natureza, com nada menos de três propostas.

Nos DIAS 2 e 4, a oficina de montagem de um herbário de folhas, inicialmente prevista para este mês, e destinada a crianças de 9 a 11 anos.

No dia 13, SÁBADO, de manhã, uma ação de descoberta da flora dunar da Lagoa de Paramos e de limpeza das dunas.

E na QUINTA-FEIRA 25, uma oficina de alfazema, para execução de cestinhos e fusos aromáticos. Todas estas atividades terão orientação da professorra Dalila Reis e as inscrições estão abertas.

Jul
4
Qui
Atividades ambientais e da natureza pela Nascente
Jul 4 todo o dia
Atividades ambientais e da natureza pela Nascente

Em julho, a programação da Nascente será reduzida e essencialmente voltada para aspetos ambientais e da natureza, com nada menos de três propostas.

Nos DIAS 2 e 4, a oficina de montagem de um herbário de folhas, inicialmente prevista para este mês, e destinada a crianças de 9 a 11 anos.

No dia 13, SÁBADO, de manhã, uma ação de descoberta da flora dunar da Lagoa de Paramos e de limpeza das dunas.

E na QUINTA-FEIRA 25, uma oficina de alfazema, para execução de cestinhos e fusos aromáticos. Todas estas atividades terão orientação da professorra Dalila Reis e as inscrições estão abertas.

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45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME
Jul 5 todo o dia
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME
45º Festival Internacional de Música de Espinho-FIME, arranca a 21 de junho, apresentando este ano artistas como o violinista David Grimal, o violoncelista Alexander Rudin, os pianistas Alexander Melnikov e Andreas Staier, e o Kronos Quartet.
Até 20 de julho, a Academia de Música de Espinho propõe assim para aquele que é um dos mais antigos festivais de música erudita do país um cartaz que, além de uma exposição com obras do pintor Mário Bismarck e uma oficina de voz jazz por Andreas Schaerer, integra um total de 16 concertos – entre os quais o que a 19 de julho celebrará o 50º aniversário da chegada do Homem à lua com um espetáculo por alunos da Escola Profissional de Música de Espinho sob a cúpula do planetário local.
Apostando num conjunto de “grandes intérpretes e criteriosas propostas programáticas”, a direção do FIME disponibiliza oito desses concertos a preços entre os quatro e oito euros, e os restantes terão entrada livre, como acontece com o que a 13 de julho levará ao exterior da Piscina Solário Atlântico o cantor e compositor brasileiro Marcos Valle e o que a 20 de julho apresentará na praça da Câmara Municipal o guitarrista Yamandú Costa, também do Brasil, com a Orquestra Clássica de Espinho.
O palco mais assíduo do FIME de 2019 será, no entanto, o Auditório da Academia, que, no arranque do festival, começa por receber o francês David Grimal. O programa desse concerto vai incidir sobre Brahms e Sarasate, com o violinista a conciliar o papel de solista com o de maestro, ao conduzir a Orquestra Clássica de Espinho por diferentes obras do Romantismo tardio.
22 de junho a mesma sala recebe os russos Alexander Rudin (violoncelo) e Alexander Melnikov (piano), para um espetáculo que também se inspira no período romântico e que apresentará obras de Rachmaninov, Chopin e Golowin. O concerto será precedido por uma palestra pelo musicólogo João Silva, que dará a conhecer a ligação entre Rachmaninov e Chopin.
Ainda em junho haverá quatro outras performances: no dia 27 a do Lisboa String Trio no jardim interior da Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva, no dia 28 a da jovem violinista norte-americana Elicia Silverstein na Capela de Nossa Senhora da Ajuda, no dia 29 a do coletivo inglês ‘a capella’ The Gesualdo Six na Igreja Matriz de Espinho. No dia 30 a dos percussionistas portugueses Crassh no Auditório da Academia.
Os primeiros três desses concertos têm entrada livre, sendo que, devido à lotação dos espaços em causa, a direção do FIME recomenda levantamento prévio dos respetivos bilhetes.
programação de julho prossegue com o quarteto de cordas polaco MozART Group, que no dia 5 regressa ao Auditório de Espinho com uma prestação em torno da “malícia das cantigas medievais e dos vilancicos renascentistas”, e continua no dia 6 com um recital de pianoforte pelo alemão Andreas Staier, que para o efeito escolheu um repertório com fantasias, variações e sonatas de Mozart, Haydn e Bach.
No dia 8 estarão em destaque os músicos norte-americanos do Kronos Quartet, reconhecido pela forma como interpretam com instrumentos de cordas a obra de autores contemporâneos como Laurie Anderson, Philip Glass, John Coltrane e Steve Reich.
12 de julho o palco caberá ao já referido cantor suíço Andreas Schaerer, que se juntará ao acordeonista italiano Luciano Biondini e ao baterista camaronense Lucas Niggle para explorar “jazz fresco e inventivo”, e a 19 do mesmo mês, a cortina irá abrir-se para o Pérez, Potter,Cohen Quintet, que, reunindo músicos dos Estados Unidos, Panamá e Israel, empregará piano, saxofone-tenor, trompete e contrabaixo para materializar “composições originais inspiradas em mulheres escritoras”.
O cartaz do FIME de 2019 propõe ainda dois “concertos breves” por organistas, ambos na Igreja Matriz de Espinho: a 6 de julho o do inglês Jonathan Ayerst, que irá recorrer a improvisação e as obras do barroco alemão escritas por Bach e Buxtehude, e a 13 de julho o do português António Esteireiro, que selecionou para o efeito obras dos séculos XVII, XIX e XX assinadas por Nicolas de Grigny, César Franck e Marcel Dupré.