Poluição luminosa. Já ouviu este termo? Como é que algo tão essencial como a luz pode sequer estar associado à poluição? E, no entanto, está.
Durante vários séculos, habituámo-nos a acender fontes de luz artificial após o anoitecer, considerando-as naturais. Mas não o são. Os organismos vivos, tanto plantas como animais, adaptaram-se ao ciclo natural do dia e da noite durante dezenas de milhões de anos. Os nossos biorritmos funcionam de acordo com o nascer e o pôr do Sol. A interrupção artificial deste ciclo tem consequências graves, não só para a nossa saúde, mas também para o ambiente e para a economia. Mas, por que razão o aumento do nível de iluminação artificial é perigoso para nós? Vamos analisar juntos o que se esconde sob o termo poluição luminosa e o que cada um de nós pode fazer a esse respeito.
Créditos
Supervisor do Projeto:
– Brno Observatory and Planetarium, República Checa
Parceiros do Projeto:
– TIT Planetarium Budapest, Hungria
– The Baia Mare Astronony Sience Museum, Roménia
– Planetarium Hamburg, Alemanha
– Austrian Planetaium Society, Áustria
– Slovak Central Observatory, República Eslovaca
– ZOC – Kepler Science Center / Planetarium Venus, Polónia
Versão Portuguesa:
Revisão Científica e Tradução:
– Diana Amaral
– António Maia
Edição de Som de Dobragem:
– Henrique Silva
Dobragem com Voz de :
– Rita Betânia
Município de Espinho / Planetário de Espinho
Bilhetes
Adulto: 4,5€
Criança até aos 10 anos, Estudante e Sénior (65+): 3,50€
Pack Família (3 elementos): 10€
Pack Família (4 elementos): 13€
Pack Família (5 elementos): 15€
criança até 2 anos: entrada gratuita
Lotação: 84lugares