Câmara de Espinho vai lançar concurso público para obra na Escola Básica 2

Câmara de Espinho vai lançar concurso público para obra na Escola Básica 2
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A reabilitação da Escola Básica N.º 2 de Espinho tem contrato de financiamento aprovado e a autarquia revelou ontem (31 de Janeiro) que irá lançar na próxima semana o concurso público para essa intervenção avaliada num total de 1,5 milhões de euros.

“Esta é a escola com mais alunos do pré-escolar e do 1.º ciclo no concelho de Espinho e situa-se em pleno centro da cidade”, revelou à Lusa Vicente Pinto, vice-presidente da Câmara Municipal de Espinho e vereador com o pelouro da Educação.

Para o autarca, “a sua requalificação é essencial para garantir não só melhores condições de ensino aos alunos, mas também melhores condições de trabalho aos professores e demais funcionários”.

A obra já tem contrato de financiamento assinado no âmbito do programa NORTE 2020 e, envolvendo um investimento total de 1,5 milhões de euros, contará com 85% de comparticipação por parte do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

O restante será suportado pela autarquia, que está agora a preparar o concurso público relativo à empreitada e espera poder lançá-lo ainda no primeiro trimestre de 2018.

Depois disso, a estimativa de Vicente Pinto é “que a obra possa arrancar no final do ano”, tendo então um prazo de execução de 24 meses.

O objetivo da câmara é assim proceder à “reabilitação geral” da Escola Básica N.º 2, para que essa possa no futuro apresentar-se com as “valências de um centro escolar”.

Para esse efeito, estão previstas intervenções como a requalificação das salas de aula, a melhoria das condições gerais dos espaços sociais e desportivos, a recuperação de pavimentos e percursos internos e vários arranjos exteriores.

Considerando que o recinto da Escola Básica N.º 2 acolhe o ensino pré-escolar em edifícios que ainda exibem a arquitetura característica do chamado Plano dos Centenários, implementado por altura do Estado Novo, o projeto também prevê a requalificação desses espaços “através da construção de um elemento que irá unir os volumes existentes”.

O edifício mais a norte, por sua vez, será objeto de “reestruturação funcional”, para aí se concentrarem as salas do 1.º ciclo, os gabinetes de serviços administrativos e os espaços de apoio ao funcionamento escolar.

O projeto prevê ainda a melhoria das condições de eficiência energética da escola, a construção de uma sala polivalente que possa funcionar como gimnodesportivo, a ampliação da cantina e a construção de uma cobertura exterior que faça a ligação entre os vários edifícios.

in: Lusa

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