O Regimento de Engenharia n.º 3 (RE3) transformou-se, no passado sábado (11 de abril), num exemplo vivo de sustentabilidade e cidadania ativa. Cerca de meia centena de voluntários uniram-se para plantar mais de 300 árvores e arbustos nativos, numa ação que reforça o compromisso de Espinho com a preservação ambiental e a valorização do território.
A iniciativa, inserida no projeto FUTURO – 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, focou-se na plantação de espécies autóctones provenientes de programas como a “Floresta Comum” e “Rolha a Rolha Semeie a Recolha”. O objetivo central passou por consolidar as áreas intervencionadas anteriormente, transformando aquele espaço militar num refúgio de vida selvagem mais resiliente e equilibrado.
O vice-presidente da Câmara Municipal de Espinho, José Pinho, marcou presença na iniciativa e destacou a importância da cooperação institucional nesta causa. “Tive o gosto de participar nesta iniciativa em que unimos esforços com o CRE.Porto numa ação de voluntariado ambiental no Regimento de Engenharia Nº 3 de Espinho. Plantámos árvores e arbustos nativos com o objetivo de aumentar a biodiversidade local e contribuir para um espaço mais resiliente e ecológico”, afirmou o autarca.
Esta ação resultou de uma parceria sólida entre o Município de Espinho, o RE3 e o CRE.Porto, demonstrando que a proteção da natureza é um trabalho coletivo. Graças ao esforço dos voluntários, o concelho deu mais um passo decisivo para garantir um futuro mais verde e sustentável para as próximas gerações.



