Pensou-se a escrita com Rui Cardoso Martins

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Decorreu na Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva, no passado dia 14 de Setembro ao final da tarde, mais uma sessão “Pensar a Escrita” com o escritor, jornalista e argumentistas, Rui Cardoso Martins.

Rui Cardoso Martins nasceu em 1967, em Portalegre, e tirou o Curso Superior de Comunicação Social da Universidade Nova de Lisboa.

Rui Cardoso Martins assume-se como “um faz tudo” na área da escrita. É sobre essa experiência de trabalho, que foi falar nesta sessão aberta à população espinhense, que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Espinho, Pinto Moreira. O escritor transmitiu ideias e experiências dá sua escrita e onde vai buscar inspiração para esta atividade.

Rui Cardoso Martins foi um dos jornalistas fundadores do Público. Como repórter cobriu, entre outros acontecimentos, o cerco de Sarajevo e Mostar, na Guerra da Bósnia, ou as primeiras eleições livres na África do Sul. Venceu dois prémios Gazeta pela crónica Levante-se o Réu, que inicialmente escreveu no Público e depois no Jornal de Notícias.

Em 2006 estreou-se na ficção com o romance E Se Eu Gostasse Muito de Morrer, ao qual se seguiu, em 2009, Deixem Passar o Homem Invisível, que venceu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores. Os seus romances mais recentes são Se Fosse Fácil Era para os Outros (2012) e O Osso da Borboleta (2014).

Foi também argumentista fundador e sócio das Produções Fictícias, tendo sido um dos criadores do programa satírico Contra Informação, co-autor de Herman Enciclopédia e ainda argumentista da Conversa da Treta nas suas versões em rádio, televisão e teatro. Escreveu ainda os argumentos dos filmes Zona J e Em Câmara Lenta.

Fotos: Filipe Couto

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