CME apresentou os resultados realizados pela ULG durante o Projeto Urbact-Maps

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Decorreu na passada sexta-feira, dia 20 de Julho, a apresentação dos resultados do projeto MAPS – Military Assets as Public as Spaces, executado no âmbito do projeto URBACT.
O evento teve como objetivo para além de dar a conhecer à comunidade o projeto, a apresentação dos resultados obtidos após dois anos de trabalho conjunto com a ULG.
Através de uma infografia, procurou-se sistematizar-se o enquadramento do projeto na área Sul da Cidade de Espinho, designada por “Parque Atlântico” e os principais desafios da área. Dar a conhecer a metodologias e as ferramentas utilizadas durante o projeto, os objetivos e por fim o seu plano de ações propostas para a promoção a reabilitação das antigas estruturas militares desativadas, fomentando o desenvolvimento económico com a criação de novos negócios em atividades de lazer e desporto e reforçar a coesão social envolvendo a comunidade local da Praia de Paramos.
A rede MAPS consiste num Projeto financiado pelo programa URBACT, que visa o desenvolvimento e partilha de estratégias integradas relativas à reutilização e re-funcionalizaçao de áreas ou edifícios militares desativados. Integra um conjunto de 8 cidades: Varazdin (Croácia), Szombathely (Hungria), Cartagena (Espanha), Telsiai (Lituánia), Koblenz (Alemanha), Longford (Irlanda), Espinho (Portugal) e Serres (Grécia). É coordenado pelo Município de Piacenza, Italia, pelo arquiteto Luca Lanzoni nomeado pela União Europeia, juntamente com os vereadores Silvio Bisotti e Luigi Gazzola.
No caso de Espinho, a área de intervenção do projeto MAPS – Military Assets as Public Spaces, abrangeu a Orla litoral a Sul do Concelho, uma área que integra para além da frente mar, a Praia e a Lagoa de Paramos, o aglomerado habitacional da Praia de Paramos e a Capela de S. João. A área identificada e que foi o foco do projeto, é pautada por vários equipamentos desportivos/lazer, nomeadamente o Aeroclube, o Campo de Golf, o Centro Hípico e por equipamentos militares, com destaque para o Regimento de Engenharia n.º3 de Espinho, entre outros equipamentos militares que se encontram desativados (3 casas militares e a antiga carreira de tiro). Inclui ainda Trata-se de um projeto que visa promover o planeamento do território com uma abordagem integrada e participativa, com vista a conceber uma solução concertada entre as partes interessadas.
O grupo de trabalho foi liderado pelo Vice-Presidente da câmara Municipal de Espinho, Vicente Pinto, sob a orientação do perito Pedro Soutinho, onde contou com a participação de entidades e instituições nacionais ligadas à defesa (Regimento de Engenharia) e segurança (AHBVCE) ao ambiente (Agencia Portuguesa de Ambiente), à Educação (Agrupamentos de Escolas e Escola Profissional). A nível local o grupo de trabalho contou com o contributo dos presidentes das juntas das freguesias de Silvalde e Paramos, da Associações de desenvolvimento do Concelho de Espinho – ADCE, da Associações Empresarial – Viver Espinho, e representantes do Aeroclube da Costa Verde e Oporto Golf Club.

Foto e video: Filipe Couto / EspinhoTV

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