Construção do novo quartel dos Bombeiros de Espinho arranca este mês

Construção do novo quartel dos Bombeiros de Espinho arranca este mês
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Os Bombeiros Voluntários do Concelho de Espinho (BVCE), primeira corporação nacional resultante da fusão de dois corpos operacionais, anunciaram hoje que arranca em outubro a construção do quartel que lhes permitirá reunir todos os recursos num só edifício.
Resultando da união entre os anteriores Bombeiros de Espinho e os Bombeiros Espinhenses, a nova corporação foi criada em 2015 e continua a funcionar nos quartéis das suas antecessoras, numa organização bipartida que distribui veículos e homens por dois edifícios em pleno centro da cidade.
O arranque do concurso público para o novo quartel foi sendo atrasado por questões políticas dada a dificuldade em aprovar os termos da permuta com que a Câmara cedeu um terreno à corporação em troca dos seus edifícios no centro da cidade, mas no início de 2018 foi finalmente lançado o procedimento e hoje os BVCE informam que o contrato de adjudicação será assinado com o vencedor nos próximos dias.
“O auto de consignação que permite o início da empreitada irá ocorrer no dia 20 de outubro em cerimónia pública no terreno do novo quartel”, anunciou fonte oficial da corporação, acrescentando que, “das cinco empresas concorrentes, apenas uma apresentou proposta dentro do valor do concurso, que era de 1,9 milhões de euros”.
O candidato selecionado foi assim o consórcio envolvendo a FullProjekts S.A., a DACOP – Construções e Obras Públicas S.A. e a ASCouto – Sociedade de Construções António S. Couto S.A..
A essa entidade caberá a construção do edifício que, instalado na rua do Porto, em Silvalde, junto à Nave Polivalente de Espinho, terá condições para acolher no mesmo espaço tanto os cerca de 90 operacionais da corporação, mais de metade dos quais voluntários, como a frota completa dos 25 veículos ao serviço da casa.
Cofinanciada pela autarquia e pelo POSEUR – Programa Operacional para a Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, a obra é encarada como “o concretizar da ambição partilhada entre direção, comando, bombeiros e associações”, bem como um “contributo para um melhor serviço à população”.

AYC // JAP
Lusa/Fim

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