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Terça-feira, Agosto 16, 2022
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Inaugurada exposição “Um Sentimento sem País no Mundo” no Multimeios

Foi inaugurada no passado sábado, dia 9 de julho, a exposição de pintura de Filomena Silva Campos, “Um Sentimento Sem País no Mundo”, na galeria do Centro Multimeios de Espinho.

Filomena Silva Campos artista plástica em exclusividade desde 2018, reside e trabalha no centro do Porto. Fez formação na Faculdade de Belas Artes do Porto, no Curso Prático de Pintura, 2013/2018, assim como outros cursos e Workshops ao longo de oito anos. Iniciou o percurso artístico na década de 80, com a frequência do Curso de Arquitetura na Faculdade de Arquitetura do Porto, licenciatura em Educação pela ESEPF e Mestrado em Comunicação e Linguagem pela Universidade da Catalunha.

Paralelamente executou projetos ligados à expressão plástica, como a criação e organização do Gabinete de Estudos e Expressão no CEAP no Porto e concluiu os Cursos de Pintura em Encaustica, Desenho Artístico, A Expressão na Criança e o Curso Expor-Espaço e Conceito Curatorial, na Reitoria da Universidade do Porto.

Realizou 16 exposições individuais e 98 coletivas em Portugal, Espanha, Itália e França. Fez curadoria em diversas exposições, como na Casa das Artes em V.N.Famalicão, Centro Cultural GNration em Braga e Espaço Q, no Porto.

Sobre a exposição, este projeto artístico expõe, a nova vaga da emigração portuguesa em idade ativa, o que contribui para o crescimento da população idosa, numa dicotomia entre a objetividade e a subjetividade, o abstrato e o figurativo, o dentro e fora do país.

É o vínculo entre presença e ausência, a fronteira entre materialidade e imaterialidade.
Constrói sucessivas camadas de cores fortemente contrastantes, num diálogo de confronto de verdes-esperança na humanidade e no futuro e de vermelhos-sangue, como a bandeira do pais, que sempre soube integrar a diferença, num diálogo entre povos e culturas. Cria rostos pela metade objetiva e deixa à interpretação, a subjetiva, como em cada um de nós

Estabelece uma personalidade de conceção temporal, tanto na incorporação e transformação de materiais reciclados, como na correlação entre cores e padrões geométricos, de círculos e triângulos, do passado e futuro e do visível e invisível. O círculo familiar e social que são desfeitos ou imperfeitos, interrompidos, vidas suspensas com novas relações e ligações triangulares.

A exposição estará patente no Centro Multimeios até 7 de Agosto.

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