O Museu Municipal de Espinho reafirmou, na passada quinta-feira, o seu papel como plataforma viva de diálogo e cidadania com a realização de mais uma sessão do ciclo “Conversas no Museu”. Este novo projeto tem como missão cruzar o passado e o presente através da voz de quem constrói o concelho todos os dias.
A sessão de 26 de março, dedicada ao tema “Espinho, a terra das ruas numeradas”, transformou a Exposição Permanente num espaço de partilha intergeracional. O encontro contou com a participação especial de utentes do Centro Social de Paramos e do Centro de Convívio da Associação São Francisco de Assis de Anta, que trouxeram consigo memórias vivas sobre a evolução da malha urbana e social da nossa cidade.
Entre histórias sobre antigas vivências nas ruas numeradas e a evolução da Fábrica Brandão Gomes, o Museu consolidou-se como um espaço de encontro onde as recordações moldam o futuro.
Este ciclo mensal continuará a convidar o público em geral a partilhar as suas vivências, reforçando os vínculos comunitários e a valorização do património imaterial de Espinho.





