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Natal Nascente brilhou no Multimeios

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O Centro Multimeios de Espinho foi palco de uma noite mágica no passado sábado, 16 de dezembro, com o espetáculo “Natal Nascente”. O evento, organizado pela Nascente – Cooperativa de Ação Cultural, contou com a participação de dezenas de artistas das diversas modalidades da secção Animartes, que mostraram o seu talento e diversidade em vários estilos de dança e música.

O auditório do Multimeios, que esgotou os seus lugares, assistiu a um espetáculo cheio de cor, luz e ritmo, onde os protagonistas foram os miúdos e graúdos que subiram ao palco. Desde os ritmos latinos às batidas urbanas, passando pela capoeira ou pelas danças europeias, cada grupo – de crianças, jovens ou adultos – apresentou uma atuação única, demonstrando a versatilidade dos talentos locais.

Mas nem só de música se fez o “Natal Nascente”. Houve ainda a oportunidade de se ouvir a poesia recitada por Carolina Letra e Jorge Mendonça.

No final do “Natal Nascente”, as muitas dezenas de artistas e dançarinos uniram-se em palco para receber um último (e extenso) aplauso.

Baile Sénior de Natal animou tarde de domingo

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No passado domingo (17 dez.) realizou-se o tradicional “Baile Sénior de Natal”, organizado pelo Município de Espinho.

Os seniores do Concelho de Espinho reuniram no Salão Nobre da Piscina Solário Atlântico, para uma tarde dançante com a animação musical do “Intemporal Show Band”. Este baile de natal contou com a presença da presidente da Câmara Municipal de Espinho, Maria Manuel Cruz e da vereadora Leonor Lêdo da Fonseca.

Música e alegria pelas ruas da cidade Natal

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A cidade de Espinho viveu um fim de semana musical e festivo, com várias atividades inseridas na programação de Espinho Cidade Natal. No domingo, dia 17 de dezembro, o Coro da ADRA e o Orfeão de Espinho encantaram o público com as suas vozes e instrumentos, interpretando canções alusivas à época natalícia.

O Coro da ADRA, composto por crianças e adultos, realizou duas apresentações na Rua 19, onde os coralistas distribuíram sorrisos e melodias. Os Sons de Natal do Coro da ADRA atraíram a atenção de quem passava, que parou para ouvir e aplaudir.

No Auditório do Casino Espinho, o Orfeão de Espinho ofereceu um concerto de Natal, que contou com a presença de uma plateia cheia. O coro, dirigido pelo maestro Samuel Santos, interpretou diversas obras dedicadas à quadra natalícia. O grupo de cavaquinhos do Orfeão de Espinho também participou no espetáculo, tocando temas populares e tradicionais.

No sábado, dia 16 de dezembro, a Banda de Música da Cidade de Espinho voltou a percorrer as ruas da cidade, levando a sua música e animação ao comércio local.

A animação continua até dia 7 de janeiro de 2024.

Novos equipamento de segurança nas piscinas municipais

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No âmbito do processo de melhoria contínua e de monitorização das condições de segurança, o Município de Espinho, através do Serviço Municipal de Proteção Civil, procedeu à substituição e ao reforço dos equipamentos de segurança aquática existentes nas piscinas municipais.

Nesse sentido, foram instalados, entre outros equipamentos, postos elevados de vigilância, boias de salvamento, malas de primeiros socorros, plano rígidos e varas de salvamento.

Este investimento vai de encontro à vontade do Município em valorizar os equipamentos municipais e e as condições de segurança existentes para todos os utilizadores.

Cruz Vermelha de Espinho recebe novo espaço temporário no edifício da Piscina Solário Atlântico

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A Delegação de Espinho da Cruz Vermelha Portuguesa tem um novo espaço temporário (até finais de janeiro 2024) para desenvolver a sua atividade solidária no rés do chão do edifício da Piscina Solário Atlântico, cedido pela Câmara Municipal de Espinho. A entrega da chave foi feita pela presidente da Câmara, Maria Manuel Cruz, na passada sexta-feira, 15 de dezembro.

A presidente da Câmara afirmou que este gesto é o cumprimento de um compromisso público assumido com os cidadãos e com a Direção Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa, reconhecendo o importante papel que esta instituição desempenha na prestação de apoio social, humanitário e de saúde à população de Espinho.

Livro “Moçambique – da Colonização à Guerra Colonia” foi apresentado em Paramos

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A Junta de Freguesia de Paramos e a Paulinas Editores apresentaram no passado dia 16 de dezembro, no auditório do Centro Social de Paramos o livro “Moçambique – da Colonização à Guerra Colonial, A Intervenção da Igreja Católica”, de Amadeu Araújo e Manuel Vilas Boas.

O livro, intitulado “Moçambique – da Colonização à Guerra Colonial, A Intervenção da Igreja Católica”, é da autoria de Amadeu Araújo, investigador, e Manuel Vilas Boas, jornalista, e tem o prefácio de António Ramalho Eanes, ex-presidente da República.

A obra, editada pela Paulinas Editora, surge na véspera do cinquentenário do 25 de abril de 1974 e quando se comemoram 100 anos do nascimento de D. Manuel Vieira Pinto, arcebispo emérito de Nampula, que morreu em 2020, aos 96 anos.

A apresentação do livro ficou a cargo de D. Januário Torgal Ferreira, bispo emérito das Forças Armadas e de Segurança, que elogiou o trabalho dos autores e destacou a importância de se conhecer a realidade de Moçambique e a sua relação com Portugal.

O livro divide-se em três partes: na primeira e segunda, Amadeu Araújo descreve os encontros e desencontros dos povos, desde os finais do século XV, nas praias do Índico; na terceira, Manuel Vilas Boas destaca a intervenção da Igreja Católica no período que antecedeu a independência de Moçambique, em especial nas dioceses da Beira, Tete e Nampula, e recorda personagens essenciais, antes e depois do 25 de abril, como a expulsão do bispo de Nampula, dos missionários Padres Brancos e de Burgos, e os Missionários Combonianos, com vários testemunhos.

Entre os presentes, estiveram a vereadora da Câmara Municipal de Espinho, Leonor Lêdo da Fonseca, e o presidente da Junta de Freguesia de Paramos, Manuel Dias, que agradeceram aos autores e à editora por terem escolhido Paramos para a apresentação do livro.

A tarde contou também com a participação especial do cantor Pe. Luís Vieira, da Banda União Musical Paramense e de uma mensagem em vídeo de Mia Couto.

“Coro Allegro” pelos alunos do Agrupamentos de Escolas Manuel Laranjeira

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As escadarias da Câmara Municipal de Espinho transformaram-se num cenário “Allegro”, onde as vozes talentosas dos alunos ecoaram, transportando todos para uma atmosfera repleta da autêntica Magia do Natal. A neve artificial caiu suavemente, criando um ambiente pitoresco, enquanto as crianças, vestidas com as cores da época, e os característicos gorros do Pai Natal, adicionavam um toque de alegria e festividade.

Esta parceria entre o Agrupamento de Escolas Manuel Laranjeira e a Câmara Municipal de Espinho, que decorreu no dia 15 de dezembro, celebrou a tradição natalícia, mas também reforçou o espírito de união e cooperação entre a comunidade escolar e a autarquia local.

Comunicado – Município de Espinho 14.12.2023

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Confrontado com notícias recentes, relativas à situação que envolve o edifício onde está instalada a Delegação de Espinho da Cruz Vermelha Portuguesa e sobre a capacidade desta instituição poder continuar a desempenhar a sua atividade solidária, e em face de um conjunto de inverdades que as mesmas encerram, o Município de Espinho vê-se forçado a prestar aos munícipes os seguintes esclarecimentos:

a) Constatou o Município que, tendo sido celebrado um protocolo para a cedência gratuita e precária das instalações onde aquela instituição tem instalada a respetiva sede e atividade, o mesmo não tem vigência desde 2016, data em que caducou;

b) Constatou o Município de Espinho que, já depois daquela data e não existindo deliberação de autorização para o efeito de qualquer Executivo Municipal, foram feitas obras num espaço que não se encontrava englobado no protocolo entretanto caducado, com o fito de – sem as condições de segurança devidas – ali ser instalada uma família de origem síria, no âmbito de um protocolo celebrado entre o Estado e Delegação de Espinho da Cruz Vermelha;

c) O Município de Espinho não foi parte nesse protocolo, do qual resultou apoio financeiro direto do Estado àquela instituição, apesar de inexistirem condições de segurança para o efeito;

d) O Município de Espinho não tem qualquer responsabilidade em tudo quanto tenha envolvido o acolhimento daquela família (nem teria como ter, uma vez que a contratualização desse apoio foi feita exclusivamente pela Delegação de Espinho da Cruz Vermelha);

e) Esse acolhimento ocorreu na sequência de uma ocupação indevida (e manifestamente abusiva) de património do Município de Espinho, facto que, aliado às deficientes condições em que se processava, sempre teria por consequência a necessidade de desocupação do espaço, para garantia de reposição da legalidade e das condições de segurança e de habitação daquele agregado familiar;

f) Constatou o Município que a família em questão não apresentava condições de elegibilidade para ser candidata à sua colocação na (extensa) lista de espera de acesso a habitação social do Município de Espinho;

g) Constatou ainda que, nesse contexto, caberia exclusivamente à Delegação de Espinho da Cruz Vermelha a articulação com os serviços do Estado Central, para a resolução do problema que se colocava;

h) Perante a inação da Delegação de Espinho da Cruz Vermelha, o Município de Espinho (depois de esgotadas todas as possibilidades de se encontrar uma solução na Rede Social do Concelho) diligenciou pela mediação entre aquela instituição e a Segurança Social, visando encontrar uma resposta à situação em que se encontrava a família em causa;

i) Fruto dos esforços do Município (que passaram, inclusivamente por contactos entre a Senhora Presidente da Câmara Municipal de Espinho e a Direção Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa), a família em questão foi realojada, estando a questão da respetiva habitação resolvida desde o passado dia 9 de dezembro de 2023;

j) O que – reitera-se, pela inação da Delegação de Espinho da Cruz Vermelha – não teria sido possível sem a mediação do Município e da Senhora Presidente da Câmara Municipal;

k) Apesar de não ser sua competência, o Município de Espinho tudo fez para dar solução ao problema que não criou e com o qual se viu confrontado e congratula-se com o facto de os esforços de mediação da Senhora Presidente da Câmara Municipal de Espinho terem resultado na solução encontrada;

Ademais,
l) Igualmente confrontada com a degradação do edifício onde a Delegação de Espinho da CVP vem desenvolvendo a sua atividade, o Município de Espinho diligenciou pela alteração (temporária) do local onde ela pode ser desenvolvida, tendo disponibilizado para o efeito, pelo menos até ao final do mês de janeiro de 2024, um espaço no edifício da Piscina Solário Atlântico, aguardando da parte da Delegação de Espinho da Cruz Vermelha o que lhe cabe para poder passar a ocupar aquele espaço, para o que a autarquia se disponibilizou a colaborar;

Finalmente,
m) Constata ainda o Município de Espinho que, por facto a que é totalmente alheio e é da exclusiva responsabilidade da Delegação de Espinho da Cruz Vermelha, não existem condições para a negociação e outorga de novo protocolo com aquela instituição;

n) Tal advém do facto de não existirem condições legais mínimas para o efeito que permitam ao Município de Espinho diligenciar pela negociação e outorga de um documento de tal natureza (nomeadamente órgãos eleitos, aprovação de contas e de um orçamento e plano de atividades);

o) É manifesta intenção do Município de Espinho e da Presidente da Câmara Municipal a negociação e outorga de novo protocolo que permita a utilização (a título precário, mas mais alongado no tempo) de um espaço propriedade do Município de Espinho onde a Cruz Vermelha possa exercer a sua atividade;

p) O Município de Espinho, porém, só o fará quando estiverem criadas condições para tal dentro de um quadro de legalidade, que não existe neste momento;

q) O Município de Espinho reitera publicamente que vê na Cruz Vermelha Portuguesa um parceiro no desenvolvimento de políticas sociais e, pretendendo estreitar esforços e laços com aquela instituição, manifestou já ao Senhor António Saraiva, Presidente Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa, a visão que tem da importância da instituição e, nesse contexto, foi já acordada a realização de uma reunião com a Direção Nacional da instituição, onde o futuro da colaboração de ambas as entidades possa ser discutido e aprofundado.

Espinho continua a viver o Natal

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No último sábado, dia 9 de dezembro, a rua 23 e o Parque João de Deus foram palco de um momento musical da Banda de Música da Cidade de Espinho, que tocou clássicos natalícios e encantou o público que assistia.

Uma das atrações mais procuradas foi a Rampa de Gelo, instalada no Parque João de Deus. Crianças e adultos divertiram-se deslizando sobre o gelo, num clima de muita animação e adrenalina.

A noite também foi de festa, com a presença do DJ Manassas, que trouxe os seus discos de vinil e fez o público dançar ao som dos anos 80. A chuva não desanimou os mais corajosos, que encontraram no Mercadinho de Natal opções para se aquecer, como um bom chocolate quente ou crepe doce.

No domingo, as atividades previstas foram adiadas por causa do mau tempo, mas serão remarcadas em breve. A programação de Natal continua no próximo dia 15 de dezembro, com mais música e animação.

Além disso, quem vier a Espinho até o dia 7 de janeiro poderá visitar o “Artesanato de Espinho e Artes Decorativas”, que decorre no Edifício da Alameda, na rua 23. A mostra reúne trabalhos de artesãos e artistas locais, que demonstram a sua criatividade e talento.

Rusga de São Pedro d’Espinho levou a palco o seu Musical de Natal

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Um musical de Natal que encantou e emocionou. Assim pode ser descrito o espetáculo “Nas asas do sonho”, da Rusga de São Pedro d’Espinho, que foi apresentado no dia 10 de dezembro, no auditório do Casino Espinho.

O público foi convidado a viajar pelo universo da música e da dança, acompanhando a trajetória de uma jovem filha de pescadores, que tinha um sonho de ser cantora e bailarina. Com o apoio dos seus pais, ela superou as dificuldades e realizou o seu desejo.

A história foi contada com muita graça e talento pelos integrantes da Rusga de São Pedro, que mostraram as danças típicas. Além disso, o musical também retratou as vivências dos nossos pescadores, que enfrentam o mar bravio todos os dias, em busca do sustento das suas famílias.

O musical “Nas asas do sonho” foi uma homenagem à cultura e à tradição de Espinho, que se orgulha da sua gente e da sua história.

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