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COVID-19: Associação Municípios das Terras de Santa Maria disponibilizam seis ventiladores

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Equipamentos têm um custo de cerca de 100 mil euros e ficarão alocados ao Hospital de S. Sebastião

Os municípios que integram a Associação de Municípios das Terras de Santa Maria (AMTSM) – Arouca, Espinho, Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira, S. Maria da Feira e Vale de Cambra, têm vindo a reunir diariamente para analisar a situação decorrente do surto de COVID-19, com vista a uma ação concertada e determinada na adoção de medidas necessárias à contenção da propagação da pandemia e à mitigação dos impactos sociais e económicos que a mesma acarreta.
É nesse espírito de concertação e de união de esforços que foi deliberado encerrar ou suspender temporariamente um conjunto de serviços, equipamentos e atividades considerados como não essenciais, estando em preparação um outro pacote de medidas, quer no âmbito de apoio social quer de apoio económico.
Entretanto, os cinco municípios que integram o Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga, em estreita colaboração com o Presidente do Conselho de Administração daquele Centro, deliberaram, num esforço concertado de mobilização de meios, reforçar o setor da saúde pública, assumindo a aquisição de seis ventiladores com um custo de cerca de €100.000,00 que ficarão alocados ao Hospital de S. Sebastião, na Feira.
Estes municípios vão ainda comparticipar no fundo financeiro criado pela Área Metropolitana do Porto no valor de 1,5 milhões de euros para apoio às diferentes unidades de saúde da AMP.
Não tendo os municípios competências delegadas, no âmbito da Saúde, não deixam de estar fortemente preocupados com a qualidade de vida das populações que legitimamente representam, pugnando em assegurar as condições necessárias para o acesso dos utentes a cuidados de saúde.
Por último, os Presidentes das Câmaras Municipais vêm desta forma reiterar, junto da população, a necessidade de se observar escrupulosamente as recomendações das autoridades de saúde apelando ao sentido de responsabilidade de todos os cidadãos, designadamente que se observem as medidas de distanciamento social, de higiene das mãos e de etiqueta respiratória.

COVID-19: Escola Profissional de Espinho avança com produção e oferta de viseiras médicas

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O Gabinete de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico da Escola Profissional de Espinho, coordenado pelo Arquiteto Miguel Reis, em parceria com a Inducorte e a TecMacal, desenvolveu um sistema de produção em série de viseiras para proteção do Covid-19.

Ao contrário do método de impressão 3D, cujo tempo de impressão de cada viseira chega a atingir várias horas e limita bastante a capacidade de produção, será utilizado um sistema de injeção, que permitirá produzir entre 150 a 200 destas unidades de equipamento de proteção individual por dia.

Estas viseiras serão produzidas com um material próprio para meio hospitalar (lavável, antiestático e antifúngico), têm uma superfície de proteção maior e têm a vantagem de poder ser substituídas.

A iniciativa surge da vontade da Escola Profissional de Espinho em colocar os seus recursos à disposição da comunidade e do combate ao novo coronavírus e dos vários apelos recebidos por parte de instituições de saúde, proteção civil e ação social.

As viseiras serão entregues gratuitamente às instituições dos concelhos de Espinho e Santa Maria da Feira, que procuram impedir a transmissão do efeito de contágio comunitário do concelho vizinho de Ovar, e dando prioridade aos lares de 3ª idade, que têm sentido bastante dificuldade em garantir os EPI’s necessários para dar continuidade ao seu trabalho de forma segura.

Mediante a capacidade de produção, a iniciativa da ESPE procurará dar resposta aos vários pedidos que têm sido recebidos de instituições dos distritos de Aveiro e Porto e já procura soluções para desenvolver outros produtos que possam dar resposta às necessidades mais urgentes no combate à pandemia.

Os recursos atualmente disponíveis garantem a produção de cerca de 2000 máscaras, sendo fundamental garantir o apoio de mais empresários e o contributo de cidadãos por forma a estender a capacidade de produção.

O acompanhamento da produção e distribuição das viseiras e pedidos ou doações para esta campanha podem ser acompanhados em https://tech4help.espe.pt/

COVID-19: Teatro de Marionetas de Mandrágora produzem viseiras

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A companhia de Teatro de Marionetas de Mandrágora, que estão sediadas no Museu Municipal de Espinho, também eles colocaram as “mãos na massa” e através do artista Rúben, conhecido por “enVide ne Felibata” começaram a produzir viseiras em 3D.

Já foram entregues viseiras ao Serviço de Estomatologia do Centro Hospitalar Universitário de São João, bem como ao Hospital de Vila Real. mas os pedidos são muitos e as máquinas não dão vazão.

“As viseiras são muito úteis e já estão a ser utilizadas pelos profissionais, não apenas no Serviço mas em outros onde, devido à crise da COVID-19 em curso, estamos a ser chamados a colaborar”, referiu Serafim Freitas, Presidente da Direção do Colégio de Especialidade de Estomatologia da Ordem dos Médicos.

A companhia salienta que “a iniciativa de impressão 3D de viseiras de proteção tornou-se viral, mas a quantidade de máquinas a imprimir e a matéria-prima não. Os pedidos de viseiras subiram rapidamente de 6000 para 13000 unidades. Não será possível responder a tantos pedidos sem que hajam mais máquinas a imprimir e mais matéria-prima! Por favor contactem todos os que conhecem e peçam apoio a todos os que passam de alguma forma ajudar. Se existirem empresas que possam dar resposta e assumir alguns dos pedidos, juntem-se à causa. Mais máquinas a imprimir seria ótimo mas se quiser apoiar doando material para que as impressoras estejam ativas 24 horas sobre 24 horas: ACETATOS 300 MICRONS A4; FILAMENTO 1.75 PLA; ELÁSTICOS 57×15 aprox.”

https://www.facebook.com/marionetas.mandragora

Por Filipe Couto

 

COVID-19: Fase de Mitigação – O que muda?

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Eis o que muda com a norma que entrou em vigor à meia-noite desta quinta-feira.

O que muda, na prática, com a passagem da fase de contenção para a de mitigação?

Na infraestrutura de saúde, a grande mudança é que serão envolvidos todos os hospitais públicos e centros de saúde, bem como o setor privado e social.

O uso de máscaras será generalizado?

Não. Nesta fase, o uso de máscaras é só recomendado para pessoas com susceptibilidade acrescida quando estão em grandes aglomerados ou nos serviços de saúde.

Todos os suspeitos de infeção devem ser testados

As pessoas com suspeita de infeção, isto é, que apresentam sintomas como febre, tosse persistente ou tosse crónica agravada e dificuldade respiratória, devem ser testadas.

Na presença destes sintomas, as pessoas devem ligar para a linha telefónica gratuita SNS 24 (808 24 24 24), que fará o encaminhamento dos casos.

Se tiver sintomas fortes e muita dificuldade em respirar?

Pode ir a uma urgência de hospital. Serão separadas em duas partes: uma para pessoas com dificuldades respiratórias, onde se incluem os suspeitos de Covid-19, e outra para os restantes doentes.

Prioridade nos testes

Em caso de impossibilidade de testar toda a gente com suspeita de infeção, a DGS estabeleceu uma cadeia prioritária: primeiro, são os doentes com critérios de internamento hospitalar; segundo, os recém-nascidos e as grávidas; terceiro, os profissionais de saúde com sintomas.

COVID-19: Número de infetados em Espinho – 25 Março

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Hoje quarta feira, dia 25 de Março, depois da reunião da Comissão de Proteção Civil de Espinho, podemos informar os resultados das pessoas infetadas, no concelho e região.

Assim no concelho de Espinho, o número de infetados são:
14 pessoas, com 3 pessoas internadas.

Outros locais:
S. M. Feira 61
Gaia Sul 70
Arouca 7
O. Azemeis 33
Ovar 114

Pelos números, verificamos que continuam a aumentar as pessoas infetadas, no concelho e na região. Daí os nossos renovados apelos à contenção da circulação nas ruas.

#fiqueemcasa

Running Espinho ofereceu 1440 garrafas de água ao Hospital de São Sebastião

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O Running Espinho resolveu responder a um apelo que encontrou nas redes sociais, “com uma atitude de empatia e solidariedade com quem luta por todos nós.” No passado domingo, o Running Espinho ofereceu 1440 garrafas de água que tinha em stock, ao Hospital São Sebastião, em Santa Maria da Feira.

“A todos os profissionais de saúde deste hospital e a todos aqueles – polícias e forças armadas; bombeiros; farmacêuticos; agricultores; trabalhadores de limpeza; recolha de lixo; serviços de água, luz e gás; domésticas e cuidadores; funcionários de supermercados e lojistas; … – que garantem que os bens e serviços de primeira necessidade continuam a funcionar mesmo perante uma pandemia: a nossa GRATIDÃO”, referiu o Running Espinho.

Agrupamento Gomes de Almeida ‘à beira’ da cultura e natureza na Finlândia

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Conhecer o melhor da cultura e da natureza finlandesas foi o objectivo da 5ª mobilidade do projecto Erasmus+ “On the edge”. Entre os dias 17 e 21 de Fevereiro, a pequena delegação do Agrupamento Dr. Manuel Gomes de Almeida deslocou-se a Raahe, Oulu, na Finlândia, para trabalhar estas temáticas em conjunto com os seus pares.

Neve, renas, sauna, patinar no gelo, experimentar jogar basebol finlandês, tudo isto e muito mais constou da agenda da quinta e penúltima mobilidade do projecto Erasmus+ “On the edge” do AEMGA. ‘On the edge’ significa ‘no limite’ ou ‘à beira de’. E foi isso mesmo que três alunos, acompanhados por duas professoras deste agrupamento (pois nestas deslocações os docentes nunca devem viajar sós) fizeram. As delegações dos seis países parceiros (Portugal, Roménia, Polónia, Alemanha, Finlândia e Grécia) encontraram-se uma vez mais, desta feita em Raahe, Oulu, para conhecer e vivenciar a cultura e a natureza finlandesas.

Conhecer um pouco da história daquela pequena cidade, muito semelhante a Espinho, num divertido jogo em equipas internacionais, experimentar pela primeira vez uma ‘fatbike’, uma bicicleta todo-o-terreno, caminhar sobre o gelo, almoçar num ‘kota’, uma cabana típica em forma de cone, cruzar o Círculo Polar Árctico e conhecer o Pai Natal, foram algumas das muitas e ricas experiências proporcionadas aos visitantes.

Os alunos, com idades compreendidas entre os 10 e os 12 anos, ficaram alojados em casa de famílias finlandesas e foram organizados em equipas internacionais, com apenas um elemento de cada país, com o intuito de os fazer desenvolver competências comunicacionais e linguísticas.

Os estudantes portugueses adoraram as famílias onde ficaram, apreciaram a comida e todos notaram como as pessoas de lá são muito reservadas e pacientes. Gabriel Silva, aluno do 7ºB, reparou ainda no civismo das pessoas. “Os finlandeses são muito limpos e respeitadores; respeitam não só os outros, mas também a natureza. Não se vê plástico no chão.” Por sua vez, Júlia Neves e Sara Pereira, ambas do 6ºB, referiram que “os hábitos e rotinas dos finlandeses são muito diferentes dos nossos; almoçam às onze da manhã e jantam às cinco da tarde; e não gostam nada que se lhes toque.” Quando questionados quanto ao que menos gostaram, todos foram unânimes: “Dos trambolhões que demos!”, disseram entre risos.

Lígia Oliveira, professora de Educação Visual e Tecnológica, coordenadora da EB Domingos Capela e uma das duas professoras que acompanharam os alunos nesta viagem, afirmou que “esta semana foi muito rica para os alunos e para mim, no que toca ao relacionamento interpessoal e ao conhecimento de outros ambientes. Aprendemos muito acerca de outro modo de vida numa cidade muito mais virada para o respeito pelo ambiente e para a natureza, com habitantes empenhados em respeitar as regras de civismo.” Referiu ainda que “o frio, esse, só existe no exterior. As pessoas são calorosas e muito simpáticas.”

Ora foi precisamente para que todos respeitem a natureza que Manuela Correia foi mais uma vez convidada, agora pela escola finlandesa, a falar aos participantes sobre os perigos do uso excessivo do plástico, algo que já vem fazendo há dois anos e meio em escolas de todo o mundo através do Skype, mas também em sessões presenciais, no âmbito do seu outro projecto ligado à defesa do mar, o “Litter@sea”.

E o que pensam os pais de tudo isto?

“Um misto de preocupação e de alegria” afirmam ter sentido Elisabete e Anselmo, pais do Gabriel Silva. E continuam: “Preocupação, pois uma das nossas ‘crias’ ia fugir do ninho mais do que um dia, coisa que até então nunca tinha acontecido. E, como qualquer pai ou mãe, o nervoso miudinho apoderava-se de nós. Alegria também, pois era uma coisa que ele queria muito e que iria concretizar: visitar a Finlândia e ir para casa do amigo Axel. Para nós, pais, foi uma experiência espectacular, uma preparação para o que futuro nos poderá reservar. Para o nosso filho foi, igualmente, uma experiência única; contactou com outras culturas, outras realidades, e veio de coração cheio e com vontade de lá viver.”

Já Marlene, mãe da Sara Pereira, diz ter-se sentido apreensiva, pois “a Sara ia para casa de pessoas que eu não conhecia. Tudo poderia acontecer… era confiar e desconfiar ao mesmo tempo. Mas ao longo dos dois meses de preparação fomos comunicando com a família finlandesa e ficamos a conhecer-nos um pouco melhor. Acho que, em certos aspectos, a Sara veio mais madura e independente. Mas continua a ser a Sara!”

“Existem sempre receios, até porque a Finlândia não é ‘já aqui ao lado’.” Quem o diz são os pais da Júlia Neves. Gabriela e Hugo afirmam, porém, que “a oportunidade de visitar um país como a Finlândia seria, e foi, sem dúvida, uma experiência única. Proporcionou o conhecimento de uma nova cultura, costumes e até mesmo alimentação. A Júlia passou uma semana com uma outra família que a assumiu como mais um elemento da família e que lhe deu todo o carinho e acompanhamento possíveis.”

Como o nome indica, “On the edge” é um projecto desenhado para expor os alunos aos seus limites. “Queremos que as crianças consigam superar as dificuldades que viagens deste género acarretam, como por exemplo, serem capazes de ultrapassar a barreira da língua, o desconforto de ficarem com uma família que não a deles, e ainda de conseguirem lidar com horários, clima e formas de viver completamente diferentes daquelas a que estão habituados”, afirmou Manuela Correia, coordenadora-geral do projecto “On the edge” e que também acompanhou os alunos à Finlândia. E termina: “Estando na recta final, o nosso projecto começa agora a publicar os produtos das muitas actividades realizadas. Assim, é com muito gosto que disponibilizamos o link para o nosso calendário 2020 (ver caixa), criado com fotos de belas paisagens dos seis países parceiros. Espero que gostem!”

“On the edge” vai terminar na Grécia, em Maio de 2020, na ilha de Creta, onde os participantes irão celebrar a Herança Cultural Europeia, com toda a sua diversidade de tradições, costumes, história e línguas.

Delegação da Cruz Vermelha de Espinho apoia o Centro de Acolhimento Provisório COVID-19

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Perante esta situação de emergência a Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Espinho não ficou indiferente às pessoas/famílias mais vulneráveis que nas suas casas não têm condições de coabitar, com as medidas de precaução solidárias.
De acordo com as medidas de prevenção emanadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil face à situação de COVID-19, a Comissão Municipal de Proteção Civil de Espinho decidiu a preparação de um espaço com 50 camas para acolher um grupo de reforço constituído por 50 bombeiros e 15 veículos.
O local poderá ser adaptado para acolher pessoas que necessitem de permanecer em quarentena.

A Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Espinho reuniu esforços materiais e Humanos onde contou com o apoio do Grupo Solverde para equipar as 50 camas com lençóis, almofada com fronha e cobertores.

O espaço é nas instalações da Casa da Cultura Santiago, antiga Escola da Seara, em Silvalde, cedido pelo Rancho Folclórico de S. Tiago de Silvalde.

COVID-19: Sabe detetar aplicações maliciosas em tempos de crise?

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Com a informação correta, pode ser relativamente fácil detetar e evitar o download de aplicações falsas. Deixa-mos aqui uma lista de conselhos para ajudar os utilizadores a preparem-se em relação a esta ameaça, já que em contexto de crise, como o que se vive atualmente com o COVID-19, proliferam as campanhas de ciberataques.

«Um dos exemplos mais recentes teve a ver com a aplicação COVID-19 Tracker. Em momentos de crise de proporções internacionais é comum haver inúmeras campanhas de ciberataques que podem levar a situações relacionadas com furtos de identidade, vírus, bloqueio de dispositivos ou utilização de métodos tecnológicos que levem os utilizadores a revelar dados pessoais e/ou confidenciais (phishing). Por isso, é importante ter informação de como nos podemos proteger, já que, com a informação correta, pode ser relativamente fácil detetar e evitar aplicações falsas», salienta Davide Silva, Head of Marketing da Go4Mobility, empresa com mais de 15 anos de experiência na área das Comunicações Móveis, Messaging e Serviços Digitais.

Para evitar situações fraudulentas, deixamos aqui alguns conselhos e dicas que pode ajudar o utilizador a evitar situações de fraude.

  1. Verificar o número de vezes que a App foi descarregada

Uma App que tenha sido lançada recentemente por um “pequeno” programador por norma não deverá ter um grande número de downloads. Se for esse o caso, esse é um comportamento que pode indicar downloads falsos. Quanto maior o número de downloads, aumenta também a sua fiabilidade.

  1. Confirmar a pontuação e comentários dos utilizadores

Os comentários e reviews dos utilizadores são muito importantes. Esteja atento ao número de classificações atribuído à App. Quanto maior o número, mais segura será a aplicação. Seja cauteloso com aplicações com classificações baixas e, se a taxa de download para classificação não fizer sentido, pense duas vezes antes de descarregar a aplicação.

Veja e filtre os comentários. É que as Apps fraudulentas podem ter comentários falsos, normalmente repetidos, e apenas com uma palavra ou uma linha a atribuir a classificação máxima.

  1. Ler a descrição e apresentação da App

Dentro da página de cada App, podemos saber mais. Podemos ler ou ver vídeos de resumo ou a apresentação da mesma. Valorize textos bem escritos, sem erros gramaticais e com descrições completas.

  1. Pesquisar sobre o programador da App

A pesquisa sobre o programador da aplicação pode revelar muito sobre o conteúdo e teor da App. Pesquise no Google, verifique se existe algum site oficial e se tem certificado de segurança SSL, o qual demonstra que o Google confia no site.

  1. Ler a Política de Privacidade da Aplicação

Caso uma App reúna dados pessoais ou confidenciais do utilizador deve mencionar este facto na política de privacidade, normalmente disponível para consulta na parte inferior de todas as listagens das aplicações. As Apps que solicitam permissões perigosas e sem política de privacidade são uma grande bandeira vermelha.

  1. Instalar Apps sempre através dos fabricantes oficiais

Não aceda a links que estejam disponíveis online para descarregar aplicações. Ao navegar fora da Play Store (Google) ou da App Store (Apple) pode fazer download de um software suspeito. Além disso, as lojas oficiais avaliam todas as aplicações antes de as disponibilizarem, verificando a sua autenticidade.

Intercâmbio AEMGA / Fortes Lyceum (Holanda) – Semana Portuguesa alicerça amizades

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A 2ª fase das  atividades de intercâmbio entre o Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Gomes de Almeida e a escola Fortes Lyceum, em Gorinchem, no sul da Holanda realizou-se, entre 7 e 14 de março.

O grupo Holandês, constituído por 15 alunos e 2 professores, foi recebido calorosamente pelos seus parceiros – 13 alunos do 10º ano da ESMGA e as professoras de Inglês Marisa Rocha e Manuela Pereira. Para além destas, outros professores do Agrupamento juntaram-se a esta excelente parceria, enriquecendo as experiências proporcionadas, nomeadamente os professores André Azevedo, Nelma Patela, Alzira Rocha, Gonçalo Pina, Sara Castro e Pilar Gomes. As famílias Portuguesas que receberam os alunos Holandeses foram incansáveis, tendo contribuído grandemente para o sucesso do projeto.

O programa da semana incluiu algumas atividades escolares, mas a maioria desenvolveu-se no exterior – visitas guiadas a monumentos e locais emblemáticos, passeios pedestres, jogos na praia e tempo livre passado com os alunos e famílias que albergaram a comitiva Holandesa. As turmas do 10º e 12º ano do Curso Profissional de Técnico de Desporto participaram em algumas das atividades desenvolvidas.

Além de Espinho, a cidade anfitriã, houve ainda a oportunidade de visitar Lisboa e o Porto. O bom tempo que se fez sentir durante toda a semana, foi aproveitado ao máximo, trazendo a boa disposição fácil. Em Espinho, como não poderia deixar de ser, houve atividades em grupos binacionais na Feira Semanal e uma sessão de Orienteering, coordenada pelo professor André Azevedo e a turma do 12º Técnico de Desporto, que culminou numa visita guiada à exposição permanente do Museu Municipal (FACE). Os alunos adoraram a aula de Surf, facultada pelo professor Gonçalo Pina e pela sua equipa, na praia da Baía, e na qual participou, também, a turma de 10º Técnico de Desporto. Em Lisboa, visitou-se o Mosteiro dos Jerónimos, o Padrão dos Descobrimentos, a Torre de Belém e a Praça do Comércio. Na visita ao Porto, desceram da estação de General Torres até à Baixa onde entrevistaram alguns estrangeiros, atravessaram a ponte para a Baixa do Porto e passearam um pouco por todo o lado, entre os Aliados e o Palácio de Cristal. À noite foi a vez de o grupo usufruir de uma experiência gastronómica da terra – Francesinha para todos!

As atividades do último dia foram canceladas com vista a resguardar a comitiva Holandesa antes de partirem para o seu país, o que levou a que as apresentações dos trabalhos, desenvolvidos em grupo ao longo da semana, não se realizassem, nem a sessão de danças do mundo preparada pela professora Sara Castro, com a colaboração do 12º Técnico de Desporto.

O programa da semana Portuguesa foi substancial e incluiu algumas atividades para os professores Holandeses – uma entrevista, bastante participada, preparada pela turma 7º6ª, jantares em restaurantes diversos onde puderam conhecer a rica gastronomia local / nacional e uma visita ao ateliê da artista Espinhense, Sandra Duarte.

A Semana Portuguesa do Intercâmbio entre o AEMGA e Fortes Lyceum foi repleta de experiências verdadeiramente enriquecedoras e inesquecíveis.

Perante o sucesso que se verificou, tanto na semana Holandesa como na Portuguesa, os professores envolvidos neste projeto de intercâmbio pretendem dar-lhe continuidade no próximo ano letivo.

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